terça-feira, 7 de junho de 2011

LIVRO : “OS DRAGÕES”

(MARIA MODESTO CRAVO / WANDERLEI SOARES DE OLIVEIRA

1- PREFÁCIO - EM FAVOR DA PAZ MUNDIAL

- Eles são seres humanos, com larga soma de conhecimentos das leis Divinas e com rara habilidade de ma
nipular as energias naturais, conhecendo a psicologia da alma e avançados em tecnologia

- Manipuladores dos sentimentos, foram transmigrados de vários planetas em levas de bilhões de criaturas
rebeldes para recomeçarem a caminhada evolutiva no reerguimento de si próprios perante a consciência

- Chegados à terra em degredo, formaram castas de rebelião usando as tendências inatas de inconforma-
ção com o exílio, renascidos no continente africano

Quatro troncos de transmigrados foram decisivos para a construção da história da Terra nos últimos 15
mil anos. Eles se disseminaram pela Suméria e Mesopotâmia, Caldéia e depois pelos povos que origina-
ram a família Indo-Européia

- Há mais de 10 mil anos, se organizou a primeira força militar da maldade na Terra com a denominação
“Dragões”, descendentes dos troncos de exilados : os Arianos e os Judeus Cristãos

- Houve uma grande reação das trevas com as conquistas do Séc XX, pelo fato de serem avanços realiza-
dos pelos aborígenes, o povo da Terra. Essa insurreição também se deve ao estratégico renascimento cor-
poral de “Dragões”, cujo objetivo seria destruir a Humanidade, incendiando a cultura, a política e a eco-
nomia mundial

- O fundamento basilar dessas hordes consiste em colocar o instinto como núcleo estratégico da derrocada
Humana, é convencer o homem da Terra de que não vale a pena mudar de Reino, subir o degrau do ins-
tinto para a razão, pois o prazer consiste em buscar as gratificações imediatistas e passageiras

- O “Templo de Luxor”, iniciado no Egito, e o “Hospital Esperança” representam uma vasta equipe de
cooperadores nos serviços redentores, nos porões do “Submundo Austral”

- Os “Dragões” são nossa família pelos elos do coração, filhos transviados que mendigam amor incondici
cional


2 – INTRODUÇÃO : DIAMANTES NO SUB MUNDOAUSTRAL (MARIA MODESTO CRAVO)

- O transporte da “Árvore Evangélica” ocorreu a partir dos conflitos e avanços sociais do início do
Sec XX. Milhões de Espíritos amantes do Cristo, integrantes do chamado “Tronco Judaico- Cristão”,
Foram libertados de um dos mais horrendos pátios de escravidão na vida espiritual : O “Vale do Poder.
Os Dragões que comandavam esse lugar de loucura continuam até hoje perseguindo os alforriados

- Conhecer o transporte da árvore evangélica significa radiografar a estrutura moral que a maioria esmaga
dora de nós, os espíritas, construiu no suceder das reencarnações

- Quem espera que o Brasil se torne o celeiro do afeto no Mundo, nutre expectativa de que somente Espíritos de alta estirpe aqui renascerão. Essa tarefa também foi confiada a esse grupo em ressarcimento consciencial

- Cuidados foram tomados para que a condição miserável que abrigamos não sepultasse de vez a proposta do Cristianismo Redivivo. E para não ensejar novamente o desvio de sua mensagem, planejou a reencarnação de um missionário, cuja tarefa é ser a sentinela do Espiritismo e o exemplo vivo da proposta
Cristã. Esse Missionário é Chico Xavier

- O submundo é o inconsciente da Humanidade que brota das profundezas para a remição urgente. Para
isso, tomamos os Dragões” como foco nuclear de nossas anotações

- Imperioso refletir sobre a relação entre essa casta de Espíritos e a comunidade Espírita

3 – ATAQUES ESPIRITUAIS AO SANATÓRIO ESPÍRITA DE UBERABA

-Ele foi fundado em 31 de dezembro de 1933


4 - CAP 03 - SOCORRENDO O EX – DRAGÃO MATIAS E DIALOGANDO COM EURÍPEDES BARSANULFO

- A falange de Matias procurava insistentemente por ele, o qual chegou semiconsciente. Sua pele, da altura do tórax até o abdomem era como a pele de um réptil e tinha uma cauda maleável qual fosse de plástico, que saía da altura do coccis e se apoiava nas nádegas

- Dona Modesto passou a psicografar Eurípedes Barsanulfo : “Desde a vinda do Cristo à Terra, o inferno regurgita seus últimos estertores. Após a crucificação do Senhor, iniciou-se o aprisionamento da mensa-
gem do Evangelho nas celas do dogmatismo e da formalidade

- O pai do mal, representando legiões de famanazes da crueldade, decretou o período das trevas no Mundo. A Idade Média, nascida com o declínio do Império Romano, inaugurou uma fase de mil anos de escuridão nos roteiros espirituais do Planeta

- A ordem era não permitir o renascimento na carne. Processos tecnológicos avançadíssimos e ignorados no Mundo físico até hoje foram desenvolvidos no intuito de criar a “Não vida”. Com uma população reencarnada em número perfeitamente controláveis, as legiões da maldade estabeleceram o tempo negro da humanidade

- As algemas da culpa nunca foram tão insufladas. Com esse sentimento construíram o mais amplo cárcere de todos os tempos na psicosfera da velha Europa, mantendo almas escravas na erraticidade e evitando o reencarne. Pátios de dor e loucura avolumaram-se em nosso plano, chegando Dante Alighiere a ponto de mapear o inferno em suas noturnas incursões.

- Não é sem razão conhecida como o “Período das Trevas” essa faixa cronológica da história terrena, pois bilhões de almas cativas e sob controle ferrenho das falanges perversas. O pai do mal chegou a decretar sua vitória quando o papado oficializou a inquisição em pleno século XII

- Jesus, entretanto, programava um novo tempo. A renascença, a Reforma, o Iluminismo, a extinção do teocentrismo foram alguns dos movimentos culturais e políticos que arejaram o ambiente sufocante da Idade Média
- Os últimas quinhentos anos do Planeta podem ser considerados a fase do escoadouro. Uma dilatada infecção no ecossistema da Terra está sendo drenada para a matéria, o renascimento em massa. Com a chegada da indústria, o homem amplia seu campo de conforto e cuidados. O Sec XX será o tempo da limpeza, a reencarnação será o antibiótico contra as velhas doenças morais encasteladas nos pátios da maldade

- A culpa assumiu forma física e chamou-se loucura, infelicidade, vazio, obsessão, malformações, tumor, escabiose psíquica, carmas de vários teores.

- Fazemos parte deste cenário de lutas e dores.Somos um grupo enorme de almas que assumiram graves compromissos com a mensagem Cristã. A França do Séc XVI foi o palco do primeiro passo em direção ao remorso para milhões de seres

- A chegada de Matias a essa casa é o início de um trabalho que vai durar pelo menos dois séculos de intenso labor pelo bem. O destino deste grupo é resgate e educação, em face das responsabilidades assumidas outrora. O Sanatório Espírita de Uberaba é o embrião de uma quitação da insana “Noite de São Bartolomeu”, em 1572, em Paris. Nossa equipe trabalhará pelo erguimento de nossas próprias consciência à luz do evangelho

- Matias é um Espírito retirado dos charcos mais miseráveis do submundo debaixo de um lampejo de arre-
pendimento. Reencarna quase louco na família Valois que foi o eixo sob o qual toda a trama de perversida
de tomou conta de paris naquela noite, adotando o nome de Carlos

-Esse foi o fim de uma curva de declínio de um grande número de corações pertencentes às hostes dos “Dragões”. Grupo esse que, pelo menos há 1500 anos, perpetra a maldade nos mais conhecidos episódios
de sangue da história, depois da passagem de Jesus

- Assim se encontra quase toda a população do planeta. O século XX será o tempo do escoadoro de dores

- “Sob meus ombros assenta-se grave responsabilidade depositada pelo “Espírito
Verdade” desde meu desenlace em 1918, que é de cuidar da limpeza da psicosfera do Submundo ,
concluir o transporte da “Árvore do Evangelho” e erguer o “Hospital Esperança”

- O “Hospital Esperança” que brota como uma acolhedora casa de amor tem seus alicerces no “Sanatório
Espírita de Uberaba”

5 – CAP 04 - CONFERÊNCIA DE ISABEL DE ARAGÃO SOBRE A MALDADE ORGANIZADA

- Ao todo, estavam presentes cerca de cem convidados que militavam nas vivências da mediunidade no corpo físico, na Seara espírita. Isabel de Aragão, a rainha Santa de Portugal, será nossa condutora nesta noite :

- “O objetivo que nos reúne é trocar informação sobre uma das mais delicadas ações na erraticidade :
O resgate nas furnas do mal organizado

- O objetivo que nos reúne é trocar informações sobre uma das mais delicadas ações na erraticidade :o resgate nas furnas do mal organizado

- As seis próximas décadas até a virada do milênio serão de muita dor e reajuste. Um terrível movimento de violência assolará o Velho Mundo dentro de alguns anos (Segunda Guerra Mundial)
- Encontramos-nos no alvorecer do Segundo Período de Setenta anos dentro do roteiro que lhe foi planeja
do pelo espírito Verdade

- O missionário do livro mediúnico já se apresenta com esperanças gloriosas na cidade de Pedro Leopoldo, em Minas Gerais e se chama Francisco Cândido Xavier

- Os destinos do Espiritismo em terras brasileiras será uma clareira para o recomeço de milhões de almas
do tronco Espiritual Judaico- Cristão, através do movimento “Transporte da árvore Evangélica”

- Os chamados “Vales da Imundice e da maldade” são extensões da família terrena, a parcela mais adoeci
da da Humanidade

- Ansiando por tempos novos no orbe, preparemo-nos para o socorro a esses filhos da amargura, pois a melhora espiritual do planeta depende dessa tarefa

- A Humanidade é composta de um grupo de almas cuja etapa evolutiva é marcada pela recente desvincu-
lação do mal e da ignorância

- Desde a enxertia dos Capelinos até o presente, são passados 40 mil anos. Os Capelinos são os Espíritos transportados de outro Planeta na condição de degredados, falidos conscientemente. Embora no atraso moral, vieram cooperar com o progresso da Terra, já que o desenvolveram sobejamente a inteligência

- Vamos detectar a presença do mal na Terra como organização social a partir de 10 mil anos atrás, quan-
do “Lúcifer”, o gênio do mal, estabeleceu litígio inicial representando milhões de almas insatisfeitas com
as conseqüências de exílio em outro orbe, cuja estratégia para tal insanidade é manter a Humanidade na
ignorância espiritual

- A inteligência ilimitada desse Espírito traçou um plano nefasto de explorar as próprias fraquezas huma-
nas para retê-la na inferioridade. O fundamento basilar desse plano consiste em colocar o “instinto” como
núcleo estratégico do atraso

- A figura lendária do “Dragão” surgiu nas crenças mais primitivas que se tem notícia, como uma insígnia do poder. Uma simbologia que lhes traduz o estado íntimo e seus propósitos

- Sentiam-se répteis pela condição do exílio, entretanto criara as asas do poder e o fogo da crueldade, ex-
pressos na figura do “Dragão”, para manifestarem sua revolta e rebeldia ante a condição em que foram colocados em um planeta prisional


- O paraíso perdido passou de geração a geração. Muitos voltaram a seus mundos de origem, entre eles Capela. Aqueles que permaneceram formaram séquitos.

- Dentre os povos Exilados, o povo Hebreu é o mais exclusivista e crente, cultores da raça pura e do monoteísmo, sempre tentando não se misturar nas mutações étnicas

- Foi assim estruturada a linhagem psíquica dos espíritos do Cristo – almas exiladas de seu mundo original, vinculadas ao coração de Jesus, e que formaram o tronco judaico-Cristão, com perfil moral de acendrado orgulho centrado na idéia do Deus único


- Os “Dragões justiceiros”, como se denominavam em suas hostes, fundaram, a esse tempo, a primeira das sete cidades da maldade na psicosfera terrena

- O lugar mais conhecido e onde se praticam as mais infelizes formas de maldade chama-se “Vale do Poder”

- Para maiores minúcias sobre esse tema passarei a palavra a CORNÉLIUS :

- “ Estou no Hospital Esperança graças a Eurípedes Barsanulfo, que me salvou da condição de aprisionado depois de falir como dragão justiceiro

- A extensão da cidade do poder vai desde o solo sangrento da Palestina até os mais recônditos e sombrios vales da África

-Calcula-se, atualmente, uma população de 45 a 50 milhões de habitantes, sendo que 70% encontram-se nos “Vales da miséria”, sem capacidade de auto gerência ou a caminho da hipnose total

- Os “Dragões” pensam que a Terra lhes pertence. Tudo começou com Lúcifer e uma multidão de insatis-
feitos degredados de outros orbes, pois eles contribuíram com o progresso da Terra e se acharam injustiça
dos com os resultados espirituais de suas atitudes, queriam privilégios

- Nessa hierarquia, os “Dragões Legionários” são os generais. Alguns deles não reencarnam há pelo
menos cinco mil anos

- São sete as maiores e mais antigas cidades que patrocinaram o mal na Terra. Não são as únicas
existentes. Nesse jogo do poder entre as sete facções, Lúcifer, como hábil manipulado, manteve as
rédeas dos “Dragões Legionários”

- Pelo menos 300 milhões de mentes estão envolvidas com esses Sete sítios da loucura hierarquizada, divi
didos entre mandantes e comandados (Segundo Dona Maria Modesto Cravo, este número cresceu pelo menos dez vezes até a virada do milênio)

- Os justiceiros são os mesmos soldados de Deus da Idade Média, cujo objetivo era defender a mensagem
do Cristo

- Nos últimos 15 mil anos, surgiu Sete linhas distintas de exploração da inferioridade moral, na seguinte
ordem cronológica :

(1) O poder, cujo núcleo é o apego e a arrogância
(2) O prazer, envolvendo as ilusões da fisiologia carnal
(3) A vaidade, explorando o individualismo
(4) A violência, voltada para vampirizar pela agressividade e pelo ódio
(5) A mentira, insuflando a hipocrisia nas intenções
(6) A descrença, fragilizando a fé nos corações e criando a sensação de abandono e impotência
(7) A doença, incendiando o corpo de dor

- Em síntese, a humanidade, após a vinda do Cristo, entrou na idade das trevas. Sua mensagem ganhou
descrédito sob a lâmina da política interesseira. A politicagem criou o desvio do Evangelho

- Desde o início da idade medieval até a Renascença, foram mil anos de escuridão, dor e martírio e os últimos 500 anos da história humana foram resultados de importantes intervenções do Mais Alto na prepa
ração dos caminhos para a regeneração


6 – CAP 05 - OS DRAGÕES E SUAS LIGAÇÕES COM A COMUNIDADE ESPÍRITA

- Todos nesse salão estamos mais comprometidos com a vida no submundo do que podemos supor

- A história da migração das almas que planejaram o mal na Terra acontece há aproximadamente 40.000
anos.

- Quatro troncos principais definiram caracteres raciais, quais sejam : os egípcios, os indo-europeus, os hebreus e os indianos

- Para compreendermos o ponto essencial desse segundo período das idéias espírits no mundo, temos de recorrer aos caracteres morais do tronco judaico-cristão, a classe mais orgulhosa dentre as quatro ramificações, sendo os únicos monoteístas entre os grupos exilados e também uma classe exclusivista

- A família indo-européia, era o grupo dos Capelinos mais revoltados com o exílio, os quais odiavam a figura de Jesus. Foi nesse ramo que surgiram “os Dragões”

- Uma das mais antigas propostas dos “Dragões” é exatamente a escravidão das almas mais crentes em Jesus, isto é, o tronco judaico-cristão ou a casa de Israel. Em conluio com Espíritos do tronco egípcio e
Indiano dos Capelinos. Patrocinaram desatinos contra os amantes do Cristo

- Fique claro que, mesmo antes da vinda do mestre, tais disputas já existiam na erraticidade, alastrando uma história que não começou nesta casa planetária

- A prisão de Lúcifer foi resultado de mil anos da história humana em plena idade das trevas e os “Dra-
gões, logo após a queda do Império Romano,, fundaram o “Vale do Poder”, um local de escravização sem
precedentes

- Até que no Séc XV, graças à nova intervenção de Jesus no roteiro de aperfeiçoamento, a história humana iniciou um trajeto de glórias sem precedentes

- A missão Espiritual, inicialmente conferida à Palestina, foi transferida para o solo virgem do Brasil.
Helil foi incumbido por Jesus de preparar esse transporte de esperança, sendo um dos arquitetos de todo o planejamento dessa transmigração de Capela

- Os últimos 500 anos foram tempos decisivos na história Espírita do Planeta, objetivando a inauguração dos sendas da regeneração

- Se a idade média constitui uma infecção generalizada no organismo social, foi no Séc XV que tivemos o
Alvorecer da profilaxia para tanta degeneração

- Os píncaros da loucura na política Francesa na casa dos Valois, mediante a malfadada”Noite de São Bartolomeu”, foi o estopim espiritual de medidas reclamadas pela sociedade no silêncio da amargura e da insatisfação perante a tirania e a maldade calculadas

- Renasceram missionários do progresso , no intuito de conduzir as aspirações humanas em direção ao
ideal da liberdade, fraternidade e igualdade entre povos

- O mesmo grupo, portanto, que desde a Palestina aguardava o messias em carruagem de fogo, regressa
agora, mais intensamente, comprometido Espiritualmente nos ambientes da Doutrina

-Os integrantes da casa de Israel formam a vaidosa aristrocacia Espiritual, enquanto os Arianos manifes-
tam o arrogante orgulho de raça. A altivez de um lado e a violência de outro, respondem pelas mais sangui-
nários episódios da história humana

- Os “Dragões” querem de volta seus prisioneiros. Uma parcela da saga obsessiva entre a Casa de Israel e
os Arianos se estende ao seio da comunidade Espírita. Um caso complexo de obsessão coletiva. Planejam
mandar nas próximas décadas, legiões de serviçais para o corpo físico e incendiar o mundo com violência e maldade

- Os “Dragões” agirão da seguinte forma :

(1) Aprisionar a idéia Espírita com os cadeados do dogmatismo e da institucionalização
- Com o dogmatismo, o homem se abstém do raciocínio e com a institucionalização, cria o padrão

(2) Criação de um elitismo cultural e administrativo

(3) Explora a tendência milenar de ser os proprietários da verdade

- Se isso ocorrer, nas próximas décadas teremos um novo catolicismo dentro da Comunidade Espírita com
atitudes distantes do amor e da fraternidade

7 - CAP 06 - ASPECTOS PSICOLÓGICOS E EMOCIONAIS DOS “DRAGÕES”

- MATIAS disse: “ O corpo nos obriga a ter uma nova identidade e a enxergar o que não gostaríamos.
Aqui posso controlar, no corpo manda Deus

- Espíritos arrependidos como Matias não retiraram tanto proveito de mal formações físicas. Do que mais necessitam é da luta com as malformações psíquicas. Para isso é necessário que eles voltem acrescedido
de uma condição quês permita trânsito livre pelas várias camadas da vida mental, através o exercício da
mediunidade

- A mediunidade é a mais cristalina fonte de Autoconhecimento e Autorevelação. Funciona como um espelho cravado no solo da vida mental, obrigando seu portador a se olhar, ininterruptamente, pois, comu-
mente, são almas que não olham para dentro de si mesmos há milênios



8 - CAP 07 - VAMPIRISMO ASSISTIDO NO TERREIRO DE UMBANDA

- Quando o médium se desloca do corpo. Há uma natural expansão do duplo, também conhecida por “cascão astral” e, por automatismo, esse pacote de forças é atraído para a constituição perisperítica da
entidade comunicante que se lhe adere. É como se fosse a roupa do médium em outra pessoa

- O duplo passa temporariamente a se acoplar ao espírito comunicante como um cobertor acolhedor. Esse
fenômeno que envolve o “Duplo Etérico” é chamado incorporação. Não seria demais chamar esse contato mediúnico de uma autêntica “reencarnação relâmpago”

- Casos existem nesse capítulo da mediunidade em que o acoplamento celular recompõe instantaneamente
formas perispirituais que poderiam levar séculos no trabalho de recuperação em nosso plano de ação

- O “Pântano das Escórias”, região subcrostal, subúrbio enfermiço do”Vale do Poder” é local de prisioneiros, aqueles servidores da maldade organizada que não obtiveram êxito em seus planos nefastos.
Esses locais correspondem ao “Inferno de Dante”, ao ciclope da mitologia Grega

- O “Vale do Poder”, é um resíduo social, um efeito inevitável de uma estrutura comunitária rebelde às Leis Divinas

- Os ciclopes e todos os componentes dessa organização são metamorfoses mentais a que se submetem quantos se rendem às sugestões do mal. Tudo que surge nesses pátios tem algo a ver com os “Dragões”.
São eles os gestores dessas ilusões de poder e domínio

9 - CAP 08 - O TRANSPORTE DA ÁRVORE EVANGÉLICA E O MOVIMENTO DE UNIFICAÇÃO

- A maior tormenta das organizações da maldade era saber se Allan Kardec retornaria como havia prome-
tido e ele realmente retornou

- Nosso irmão “H” reúne, no momento, todas as condições para ser o consolidador de um dos pilares da continuidade da obra do codificador, entretanto, infelizmente, sintonizou com projetos de domínio dos “Dragões”, a elitização e a formação de castas institucionais

- Irmão “H” integra uma organização alicerçada em valores pelo bem da casa espírita, composta de homens comuns e não missionários da virtude

- O ideal unificador é uma chama acessa no coração de nosso irmão. Ele vem cedendo a ímpitos de hege-
monia sem precedentes na história do Espiritismo

- Começam a surgir planos estruturais para unificação que refletem velhas tendências de centralização em nome da unidade doutrinária

- Irmão ”H” exterminou milhares de vidas e, mais tarde, como político romano, após a vinda do Cristo,
retomou a mesma ação. Foi também um líder renomado no Séc XIV e um dos principais responsáveis
pela articulação política e religiosa que culminou com a morte de Jan Huss

- Teremos uma nova inquisição com lances de requinte nas relações . Tempo de doutrina, cargos e, sobre-
tudo, cultura doutrinária poderão ser os novos ingredientes com as quais muitos corações sinceros, porém ingênuos, venham a semear joio na Seara, acreditando realizar uma cultura sadia de trigo para o bem do ideal
-Nossos irmãos envolvidos em tal acontecimento, junto a irmão “H”, com raríssimas exceções, são inte-
grantes do transporte da árvore evangélica, carregando graves compromissos com a religião. Eles são os prisioneiros libertados do “Vale do Poder” e que regressam com novas oportunidades de recomeço

- O transporte dos Espíritos compromissados com o Evangelho se deu em várias seitas inspiradas no Evan
gelho de Jesus e não somente no tranco Judaico-Cristão. Porisso, a figura da árvore com vários galhos.
Entretanto na comunidade Espírita reencarnaram o grupo dos Espíritos mais rebeldes

- O transporte da “árvore evangélica” é a Misericórdia Divina que chama ao trabalho todos aqueles que dele dependem para seu próprio soerguimento consciencial

- Espíritos Superiores sob a tutela de João Evangelista e Agostinho de Hipona avaliaram o “Hospital Espe
rança, convocando Eurípedes Barsanulfo para atender os “Anjos Decaídos”, as almas adoecidas

- O que difere na missão de nossos irmãos é que eles carregam larga habilidade na arte de dirigir, possuin
do farta resistência a críticas e pressões. Entretanto, falta-lhes desenvolver o afeto humano, a criação de re
lações autênticas, distantes da hipocrisia e do verniz

- Hoje, a visão predominante é a de que ser Espírita é ser um eleito da divindade para renovar as religiões
do Planeta

- Somos todos Espíritos arrependidos que já não desejamos o mal, mas ainda não sabemos como construir
todo o bem que gostaríamos de colocar em prática. Vivemos um momento de”ausência de identidade
psicológica”. Somos os trabalhadores da última hora


10 - CAP 9 - ORGANIZAÇÃO DO CLERO ESPÍRITA NAS COMUNIDADES “DRACÔNICAS”

- O que de mais grave carregamos em nós na condição de almas falidas é a doença da ilusão acerca de nós
mesmos. É uma defesa contra o sentimento de inferioridade, pois todo Espírito arrependido tem como
traço psicológico a sensação de incapacidade, de vazio interior, pois o arrependimento é o cansaço da
alma em errar

- Uma elite Espírita-católica pretende assenhorar-se em definitivo do movimento Espírita. Inúmeras asso-
ciações dessa ordem que começam a se multiplicar desde o início do Séc XX, são explorados pelos
“Dragões”

- Esse grupo de Espíritos católicos estava também preso no “Vale do Poder” e chegará aos milhões até o
findar do Séc XX. Eles foram libertados com a condição de assumirem o Espiritismo. São assalariados
dos “Dragões”

-Os chefes da maldade quando perceberam que o destino daquele que eram do “Vale do Poder” libertados, era a reencarnação no seio do espiritismo, começaram a estudar com detalhes a nova tática do
bem, conforme eles denominavam

- Por volta da primeira GM detectaram a movimentação das esferas mais elevadas na ação de reconduzir
o tronco Judaico-cristão no fortalecimento do ideário Espírita. Esclarecidos sobre as medidas do transpor-
te da “Árvore Evangélica”, planejaram o inevitável. Sabiam que não pode existir tormenta maior para
almas fracassadas que colocá-las juntos respirando o clima da insatisfação e da angústia

- A idéia foi oferecer “liberdade” para que ajudassem uma causa nova. Poderiam se infiltrar à vontade nas casas doutrinárias e “colaborar” com os Espíritas no futuro de uma idéia moderna para o catolicismo e a mensagem do Evangelho

- Às primeiras Casa Espíritas fundadas no início do século chegaram turbas que lotaram o ambiente espiritual, vinham acompanhados por Dragões aspirantes e vigiados o tempo todo, pois acreditavam que tal medida exterminaria os primeiros grupamentos Espíritas

- A discórdia patrocinou a divisão em novas células e, não obstante o clima de antifraternidade, o fato de
aumentar número de casas igualmente diluía a proporção das ações, isto é, também os “Dragões” tiveram
mais trabalho a cada dia, agilizando a “libertação” de novos prisioneiros com o intuito de não perderem o
suposto controle

- O Movimento Espírita passou a contar com uma sombra permanente em sua psicosfera, um psiquismo crescente e de difícil extirpação, cujo núcleo é a remição da culpa. O objetivo é tornar os Espíritas um seguimento moderno do Catolicismo, cuja missão consiste em mostrar aos Espíritas como conduzir o Espiritismo para ser a religião do futuro

- Dotados de extrema arrogância adentram os Centros na condição de proprietários, escolhendo seus
“sucessores”. Somos nós mesmos as personalidades que alteramos a pureza da mensagem Cristã


11 - CAP 10 - O COMPROMISSO ESPIRITUAL DE MINAS GERAIS COM O EVANGELHO

- Planos de hegemonia e racismo enceguecem multidões, decantada por líderes subjulgados por elites das
“Falanges Draconianas”

- Forma-se, neste momento, o eixo, uma elite dos “Dragões” que comanda operações coletivas no intuito de arruinar de vez a sociedade e tomar conta da Terra

- Retiramos nesse solo árido do Velho Mundo, as sementes promissoras que serão plantadas aqui no Brasil, as consciências arrependidas e amantes do Cristo

- Se no Brasil reencarnaram as almas mais comprometidas com a mensagem do Evangelho ao longo da
História, neste solo bendito das alterosas retornaram os mentores intelectuais das principais tragédias em
nome do Cristo nesses últimos 2000 anos. É o Centro irradiador, o espaço para o culto das idéias promissoras


12 - CAP 11 - OS DESCUIDOS DO MOVIMENTO ESPÍRITA NA DÉCADA DE 40

- Por ocasião da Segunda Guerra Mundial, desde 1940, havia se formado a esse tempo uma Força- Tarefa
organizada nas regiões mais próximas da Humanidade terrestre, cuja finalidade era servir nos campos de batalha, com o objetivo de proteger os enlouquecidos e hipnotizados nazistas para que conseguissem sair
do corpo sem se tornar novamente recrutados ao front das fileiras da maldade organizada dos “Dragões”

- O Mundo Espiritual, em decorrência da guerra, recebeu uma superpopulação nas adjacências espirituais da Crosta. Em menos de dez anos, milhões de almas regressaram, pela morte antecipada, gerando para muitas casas de amparo, em nosso Plano, um contingente excessivo, o que determinou um destino novo para multidões de líderes e corações comprometidos com a Segunda Guerra Mundial

- Necessário seria que parte deles pudesse estar de volta ao Planeta em reencarnação segredo apenas para
se ocultar das perseguições adiendas. A África foi a solução

- O subdesenvolvimento e as condições de continente deserdado pelas sociedades humanas constituem
um esconderijo adequado às necessidades de proteção

- Diversos voluntários com vivência política e cultural, prontos a provocar o desenvolvimento, mas ainda portadores de larga soma de compromissos consciencias, foram recambiados aos países africanos para
trabalhar a independência e o progresso. Muitos deles eram europeus que desde o Séc XIX, destilaram a
selvageria contra o continente colonizado

- Bittencourt Sampaio deixava claro que a primeira leva de Espíritos do tronco Judaico- Cristão reencar-
Nados nas primeiras três décadas do século iniciava seus passos mais ostensivos por meio de manifestações de seus velhos impulsos de formalismo, junto às responsabilidades novas no seio das agre
miações doutrinárias, afirmando que o clima de antifraternidade já havia tomado conta de inúmeros tarefeiros

- Se continuarmos insistindo em excesso por essa fidelidade aos fundamentos da doutrina, priorizando-os em detrimento das relações sadias e fraternas, podemos penetrar novamente nos velhos descuidos da intolerância e do sectarismo

- Se a “Pureza Doutrinária” foi o ponto crucial de meu desequilíbrio na federação. Se isso nos custar o retorno aos velhos hábitos da prepotência institucional, na qual uma só organização ou só homem assuma a chancela d avalista da verdade, tombaremos automaticamente nas malhas da obsessão coletiva, que nos conduzirá a tormentos fatigantes nos ambientes doutrinários

- O que talvez nos falta é compreender que unificar é uma tarefa de todos nós. Não se restringe a uma organização. A tarefa de nossos irmãos, extensiva a todos nós, é zelar pela pureza de nossa convivência,
unidade de sentimentos e diversidade de opiniões

- A eleição de uma instituição que tenha uma postura de rigidez hierárquica no seio da comunidade, para ditar o que é ou não concebível em nome do Espiritismo, terá como conseqüência mais nociva à causa a
formação de um movimento de massa, afastando o ser humano nela inserido do uso de sua capacidade individual de pensar e criticar



13 – CAP 12 – O EXEMPLO DE MISERICÓRDIA DE JOÃO CASTARDELLI

João Castardelli , filho de José Castardelli, que após o desencarne prematuro de seu filho, homenageou sua memória com uma profícua obra social que deu origem à atual Casas André Luiz, em São Paulo

- Os nossos costumes ancestrais de poder e vaidade atropelam novamente a ordem da mensagem evangélica. No momento, a semente fértil do Evangelho carece mais de braços operosos que de administradores para ditar direções

- Os honrosos compromissos da federação serão assistidos por Eurípedes Barsanulfo e sua equipe, e fazem parte de um complexo de iniciativas do Mundo Espiritual em favor do transporte da árvore Sagrada do Evangelho vivido e aplicado

- Em contato com a dor avaliamos melhor a extensão de nossas limitações e enfermidades espirituais. A dor educa e revela nossa intimidade profunda

- Se continuarmos insistindo em excesso por essa fidelidade aos fundamentos da doutrina, priorizando-os em detrimento das relações sadias e fraternas, podemos penetrar novamente nos velhos descuidos da intolerância e do sectarismo

- Todavia, se isso nos custar o retorno aos velhos hábitos da prepotência institucional, na qual uma só organização ou um só homem assuma a chancela de avalista da verdade, tombaremos automaticamente nas malhas da obsessão coletiva, que nos conduzirá a tormentos fatigantes nos ambientes doutrinários

- A tarefa de nossos irmãos, extensiva a todos nós, é zelar pela pureza de nossa convivência. Sem união legítima de homens não teremos unificação no ideal. Unidade de sentimentos e diversidades de opinião.
União é a capacidade de amar a diversidade de nossa raça humana

- A eleição de uma instituição que tenha postura de rigidez hierárquica no seio da comunidade, para ditar o que é ou não concebível em nome do Espiritismo, terá como consequência mais nociva à causa, a formação de um movimento de massa, afastando o ser humano nela inserido do uso de sua capacidade individual de pensar e criticar

- Há milênios estamos encontrando na organização religiosa a capa perfeita para encobrir necessidades profundas na vida pessoal, esperando ganhar o céu por meio de genuflexão e ofícios sacramentados

- O medo de enfrentar nossa realidade pessoal faz com que aceitemos participar de processos massifica-dores. Os racistas, os religiosos, os militares, enfim, todo conjunto de pessoas que têm uma forma de pensar definida encontram nos grupos a força de que necessitam para sustentar suas ações. Em grupos são mais fortes. De alguma forma, com isso, também atendem ao imperativo natural da lei de Sociadade

- Quando há massificação existe idolatria, ainda que neguemos

- Nosso problema é mais pessoal que de comunidade. Traímos a consciência para atender a solução e propostas da maioria. Não sabemos ainda como falar do mal-estar que sentimos diante de certas decisões e rumos nos grupamentos. E, por isso mesmo, agimos em desacordo com nossa aspiração mais profunda no campo íntimo

- A tarefa em grupo, nesse prisma, causa a sensação de realização, crescimento. Muitas vezes isso não passa de uma vertigem de nosso orgulho. Muito mais fácil assim do que ter de se olhar, ser contra, saber discordar sem amar menos, contrariar os rumos sem medo de perder cargos e passar pelo que você passou

- É incrível dizer isto, mas acredito que tem muita gente trabalhando pela doutrina sem estar fazendo nada por si mesmo. No fundo, muitos grupos doutrinários nesses dias já caminham para uma autêntica hipnose coletiva. Não sei o que será da comunidade, caso optem por essa sequência infeliz de ações

- já no raiar do terceiro ciclo de setenta anos, que coincidirá com o amanhecer do terceiro milênio, teremos Espíritas de segunda e terceira vezes na sua volta ao corpo. Mais maduros, depois de sofrerem alguns efeitos indesejáveis de sua recente desencarnação como Espíritas, regressarão com intuitos novos, mais voltados ao campo pessoal. Os grupos nessa ocasião não serão a soma de muitas cabeças que pensam igual, mas de uma diversidade que aprende a convergir para um único ideal

- Euripedes Barsanulfo tem no asseverado que espíritos como nós, com essa carreira milenar de fascínio pela grandeza, com a qual buscamos dilatar a importância pessoal, facilmente podem se entregar aos braços da ilusão, fugindo dos verdadeiros compromissos conscienciais

- No início de nossa adesão ao espiritismo, seguiremos as recomendações de participar e colaborar em qualquer campo de serviço, entretanto, com o tempo, compete-nos descobrir em qual quadro de atividades podemos ser mais úteis, tomando por base as próprias necessidades de aprimoramento

- Busquemos servir e aprender sem condições e, posteriormente, mantenhamos a mesma linha educativa de auxiliar incondicionalmente. Igualmente vamos aferir se o serviço está sendo útil também para nosso crescimento

- É muito fácil nos envolvermos com a obra de fora e protelarmos a obra interna de libertação pessoal. Muitas vezes o que chamamos de trabalho não passa de movimento

- Depois do autoconhecimento vem a etapa mais desafiadora : a renovação das atitudes. Nesta etapa, alguns parâmetros são convenientes a nossa autoavaliação, tais como :

(1) Mantemos o espírito desapego da obra que não nos pertence ?
(2) Acolhemos com alegria aqueles que se aproximam para integrar o quadro de colaboradores?
(3) Estendemos a outros a chance que tivemos de conduzir as responsabilidades?
(4) Conseguimos ampliar o sentimento de humildade em reconhecer que precisamos mais da tarefa que ela de nós?
(5) Estamos dando ouvidos fraternos às opiniões que nos chegam acerca dos destinos do trabalho?
(6) Conduzimos a tarefa tendo como objetivo nos tornarmos dispensáveis a ela, caso seja necessário?

- Este é o traço principal de nossa rota evolutiva : muito discurso, pouca ou nenhuma prática. Tem havido um equívoco no conceito de missão. Todos temos uma missão, a princípio, conosco mesmo. Nesse passo, a missão é a libertação de nossa consciência do jugo da ilusão

- Dr Bezerra disse raríssimos são os espíritos que reencarnam na Terra com missões coletivas que não sejam para reparar o passado. Porisso, estamos fazendo o bem mais por motivos que atendem aos reclames de nossos registros de culpa que propriamente por amor legítimo
- O interesse pessoal faz parte da caminhada de ascensão. O problema é não saber radiografar suas formas subliminares de expressão. A desatenção total às suas armadilhas contínuas é que constitui o problema

- Se anularmos o interesse, poderemos tombar no desânimo e na inconsequência em relação às responsabilidades a nós conferidas. Nem sequer admitimos que exista o interesse pessoal de nossa parte nas tarefas em que cooperamos. Isso, por si só, já é uma grave questão

- A característica básica do tronco judaico-cristão que reencarnava no seio do movimento era de um grupo pouco afeito ao senso crítico. Portanto, a estrutura mais marcante de nossa personalidade consti-
tuía-se em um grupo com pouca experiência espiritual em pensar rumos pessoais e descobrir as respostas para os conflitos interiores

- Enquanto Maria de Nazaré e sua falange intercediam pelas sombras do Vale do Poder, Isabel de Aragão,
atendendo ao pedido de Jesus, passou a ser a tutora compassiva e sábia da seara espírita, organizando e preparando equipes socorristas pelo bem dos Centros Espíritas. O pedido do Senhor foi por amparo incondicional às agremiações espíritas para que o segundo ciclo de setenta anos não se consumasse em um quadro irremediável na obra da Doutrina, assim como ocorreu com o Cristianismo nascente

- O interesse dos adversários, a esse tempo, era exterminar a simplicidade, fincar novamente os alicerces do formalismo religioso e fechar os postos de amparo e esclarecimento na erraticidade

- Para o mundo espiritual era claro um aspecto : Espíritos como nós não poderiam fazer algo de melhor além do que estávamos dando conta de fazer. O que de melhor apresentamos emnossa alma é o desejo sincero de largar o mal intencional. Somente assim, e disso sabiam os nossos benfeitores, não apenas largaríamos o mal em definitivo, mas igualmente, pouco a pouco, aprenderíamos como edificar o bem
legítimo fora e dentro de nós mesmos

- Quais pais diante de seus filhos inexperientes, eles nos socorreram e socorrem na certeza de que mais adiante seremos cooperadores mais conscientes. Os bons espíritos nos enxergam como diamantes no lodaçal e agem com base na proposta do amor : o diamante no lodo não deixa de ser diamante


14 – CAPÍTULO 13 – UMA ESTRANHA SOCIEDADE “ESPÍRITA” NOS ABISMOS

- Entramos na década de 50 com desdobramentos nos conflitos antifraternais que se espalham pelo país como um odor insalubre e indigesto

- Por várias vezes nesse decênio, Chico Xavier esteve em Uberaba a serviço. Nas ocasiões abençoadas, sempre que podia visitava nossa casa de orações e minha família. Numa delas participou de uma sessão espirita com o intuitos bem definidos segundo orientação de Eurípedes Barsanulfo

- Nessa sessão, em transe de incorporação, Chico recebeu o Espírito de Torquemada, que assim se expressou : “Essa terra nos pertence. Uberaba é nossa e jamais abriremos máo de desafio! Nosso templo já está erguido nas duas faces da vida. Muito antes dessa casa amaldiçoada de insanos, nós já tomávamos conta desse lugar, desde o início do século”

- Disse tratar-se de Tomás de Torquemada, chefe supremo dos Domini Canis, os cães do senhor. Fundamos uma nova casta , os “Abades Espíritas Dominicanos”. A revelação dada a Kardec foi fruto de uma traição política em nossa esfera de vida. Nós, somente nós, possuímos autorização para revelar os assuntos do espiritismo

- Desde séculos e séculos há uma guerra pela bandeira da verdade. Querem nos tomar o poder delegado pelo Cristo para espalhar o Evangelho. Diversas facções criminosas prepararam Kardec em surdina. Creio que tivemos uma infiltração em nossas hostes, até hoje não descoberta, que revelou ao inimigo todos os
Fundamentos do Espiritismo dominicano que veio para conduzir o mundo aos seus destinos. Uma facção de padres católicos e protestantes vai pagar caro pelo que fez. Somos os verdadeiros espíritas, os “Abades
Espíritas Dominicanos”

- Enquanto o próprio Cristo não aparece, sigo as ordens sagradas de meus maiorais, questão em constante contato com Jesus. O que o senhor sabe sobre o degredo? Como acha que a raça Adâmica chegou ao planeta? Quem o senhor acha que está trazendo o progresso para essa terra de expurgo? Nossa equipe é a mentora do Espiritismo, doutor. Fomos traídos e pagarão caro por isso”

- Torquemada dirigiu-se a Dona Modesta relembrando seu passado como Catarina : “O passado nos reuniu, rainha. Sua família, Os “Valois”, me fez juras eternas que vão se cumprir agora, pois são sangue de meu sangue, alma de minha alma. Nos seus desafios de rainha , eu te protegí

- Kardec foi preso e agora está do nosso lado.os acordos estão prontos. Ele mesmo já está convencido de que foi um erro propagar a doutrina espírita sob orientação dos vilões de idéias. O espiritismo de Kardec passará a ser o nosso espiritismo. Pureza doutrinária integral. Fidelidade máxima sem subterfúgio

- Kardec renunciará ao título de embaixador de Mais Alto e conferirá a nós, os Dominicanos, a santa honra dos ensinos novos no mundo. Teremos de volta o que nos é de direito. Mais do que nunca continua valendo a bula “Licet ad Capiendos” (Bula editada pelo Papa Gregório IX, em 20 de abril de 1233 em que marca o início da Inquisição)

- Os Dragões agora somos nós, que nos unimos para uma causa comum : tirar do caminho todos os que se opoêm à pureza dos princípios

- O pentateuco de Kardec é a nova esfinge do poder e da glória. A reencarnação e a mediunidade são nossos esteios. Nossos padres estão por todos os lugares. Uma religião única. Abades Dominicanos Espíritas, eis o nosso sonho

- As nossas casas cristã que se erguerem em nome do Espiritismo serão células operantes dos cristãos viris e com autoridade para determinar os caminhos do Evangelho. Protegeremos a santa doutrina dos cientistas maculosos. Faremos renascer na matéria milhares de nossos missionários. Criaremos o Catolicismo Espírita

- Emmanuel transmitiu a mensagem : “Decorridos três séculos da lição santificante de Jesus, surgiram a falsidade e a má-fé adaptando-se às conveniências dos poderes políticos do mundo, desvirtuando-se-lhe todos os princípios, por favorecer doutrinas de violência oficializada

- Na realidade é que a civilização ocidental não chegou a se cristianizar. O Espiritismo, na sua missão de Consolador, é o amparo do mundo neste século de declives da sua história; só ele pode , na sua feição de Cristianismo redivivo, salvar as religiões que se apagam entre os choques da força e da ambição, do egoís
mo e do domínio, apontando ao homem os seus verdadeiros caminhos

- O século que passa efetuará a divisão das ovelhas do imenso rebanho. Uma tempestade de amarguras varrerá toda a terra. Condenada pelas sentenças irrevogáveis de seus erros sociais e políticos, a superioridade europeia desaparecerá para sempre, como ao Império Romano, entregando à América o fruto das suas experiências, com vistas à civilização do porvir. Vive-se agora, na Terra, um crepúsculo, ao qual sucederá profunda noite e ao século XX compete a missão do desfecho desses acontecimentos espantosos”

- Chico Xavier : “ As raízes espirituais do Sanatório Espírita de Uberaba estão nas noites sangrentas da Inquisição e no recesso sombrio das celas frias dos palácios de impiedade na França. Nossa comunidade é comparável a valorosa enfermaria na qual buscamos recuperação e paz na alma. Estamos cansados e opri
midos em busca do Cristo que dizemos amar

- Pesa sobre os celeiros espíritas uma nuvem escura de severos compromissos. Iludidos por nosso orgulho
haveremos de nos supor especiais. A autossuficiência e a prepotência envernizada serão focos destrutivos dos mais caros sonhos de conciliação

- Torquemada foi um Dragão, tendo sido expulso. Ele tem vínculo com eles, assim como muitos servido-
res das sombras que, mesmo não participando da organização, guardam interesses comuns. Atualmente
formou seu próprio séquito, mas, como acontece com os mais fortes poderes constituídos na Terra, o sombrio Vale do Poder tem seus tentáculos estendidos por inúmeras ordens de interesses

- Nossa coletividade espírita tem uma história antropológica. Fazemos parte do tronco judaico-cristão.
Judeus, cristãos, espíritas, católicos, ou Dominicanos, independentemente da designação religiosa, somos almas aflitas à procura de Jesus, milênios a fora, na caminhada da evolução

- As furnas do mal, percebendo a intensidade da repercussão de tais ações pelo bem, uniram-se, entre os mais poderosos, para destruir a expansão das ideias espíritas, das quais se sentiam proprietários. Uma das reações mais marcantes do surgimento da doutrina no mundo foi exatamente o ódio dos condutores da maldade ao saberem que a imortalidade estava sendo consagrada novamente na Terra sem sua permissão, pois com o espiritismo, a humanidade disporia de uma ideia poderosa para abandonar os braços do materialismo estéril

- Por outro lado, a obra inspirada de Jesus no Brasil não estava sendo erguida por almas missionárias, mas por corações doentes e necessitados do médico celeste

- Este o trabalho desta noite. Na medida em que se desarticulam equipes como a de Tomás, centenas de casas espíritas e milhares de companheiros encontrarão forças para continuar na luta contra seus próprios compromissos e tendências
- No seio da comunidade espírita encontram-se no corpo físico somente a parcela de almas que já estão internadas e recebendo medicação e tratamento adequado às suas necessidades, entretanto, as células mais adoecidas da comunidade espírita, capazes de degenerar todo um sistema de ideias, ainda se encontram na erraticidade. Nossos laços mais enfermos ainda estão no atoleiro da perversidade declarada. Renasceram somente quantos apresentaram as mínimas possibilidades de êxito no refazimento de caminhos

- Doutor Bezerra está me dizendo que vocês já sabem a que grupo pertencemos no tronco Judaico-Cristão
Somos os mentores das piores tragédias do Cristianismo nos últimos 2000 anos. Os Mineiros têm compro
missos graves com o Evangelho do Cristo. Sob a hipnose da matéria, facilmente podemos nos equivocar novamente e julgarmos especiais pelo que fazemos”

- Após o encontro com Chico Xavier, Começamos a descer e fomos até o Umbral e avistamos a igreja da
“Ordem dos Abades Espíritas Domingos de Gusmão” e Torquemada tomou a palavra a seus seguidores :
“Temos notícias que vão alegrar a todos. A primeira delas é que meus maiorais me informaram que receberemos em breve a visita tão esperada do súdito redimido Allan Kardec e estamos prestes a recrutar Chico Xavier de Uberaba para nossas hostes

- temos tecnologia cedida pelo vale do Poder que nos coloca meio século à frente do mundo físico. Aqui somos deuses, assim como seremos no mundo. Nada é verdade neste mundo sem a Igreja Católica. Somos os únicos cristãos reconhecidos por nosso Jesus cristo

- Vamos colonizar os centros Espíritas e fazer as adaptações necessárias. Nada de destruir. O plano é amoldar. Queremos o controle absoluto sobre todo intercâmbio. Nada de caridade e socorro, pois quem
nasceu para pagar, merece a prova que tem

- Entrem nas dependências do centro como carentes, questionando os frequentadores, sondando a mente dos palestrantes, participando das reuniões de diretoria e criando o falatório. Quanto mais dúvidas, mais
insegurança e, quanto mais insegurança,mais fácil a penetração

- Quem são esses espíritas ? vieram da mesma prisão de onde saíram vocês. São pessoas como vocês,mas
com uma diferença : eles são traidores, foram soltos sem permissão. Vocês não, pois tiveram acordos claros e escritos que estão aqui em minha mão, sob minha guarda

- Professor Cícero Pereira : “De fato, a vida nos reúne novamente, dona Modesto. Se Torquemada “inspirou-lhe” destinos infelizes na condição de Catarina, a rainha mãe, Deus não a desamparou de com-
panhias mais cristãs. Tive a felicidade de compor o grupo daqueles que zelaram por sua família. Pouco antes de seu retorno à vida física, tive uma experiência que até hoje considero a porta que se abriu para a minha redenção Espiritual na condição de Gonzalo Jimenez de Cisneros ou, como fiquei mais conhecido,
cardeal Cisneros ( Nascido em 1436, foi fundador da Universidade de Alcalá de Henares, em Toledo, Espanha, a primeira Universidade Renascentista, moderada, humanista e universal)

- Naquela ocasião, sob meu aval na erraticidade, reencarnou seu filho Carlos IX, que hoje é o nosso Matias, que a vida me devolve novamente aos cuidados

- A perseguição de Torquemada à comunidade espírita data do início do século. Ele se autodenomina inimigo dos espíritas, entretanto, assim o faz por revolta. Sua inconformação é não ter sido o centro de tal revelação. Aliás, essa é uma das mágoas mais profundas dos comandantes das organizações da maldade

- Ele faz seus seguidores acreditar que estão trabalhando por um ideal verdadeiro em nome de Jesus, mas na verdade, pretende exterminar toda a organização da doutrina em terras brasileiras. Quando diz que seus maiorais prenderam o Codificador, de fato, estão treinando alguns habilidosos mistificadores clonados que vão trabalhar para enganar espíritas daqui e de lá. Mancomunados com dragões do vale do Poder, fazem de tudo para ludibriar

- A Catedral dos Abades Dominicanos espíritas é apenas uma das iniciativas por ele comandadas no intuito de sangrar de intolerância comunidade Espírita. Pesará sobre o movimento Espírita uma vibração de rigidez e intransigência que patrocinará muita dor e desistência, conflito e escassez, confusão e desentendimento

- Enquanto homens sinceros nas fileiras da proposta unificadora trabalham com esperança em dias de união e fraternidade, uma fatia de irmãos descuidados tem sintonizado com os propósitos desta estranha
Sociedade “espírita”

- Maria Modesto : “O tempo e a maturidade ensinaram-me que viemos de locais similares à catedral erguida por Tomás. Julgamo-nos muitas vezes um grupo de eleitos pela luz, todavia, desconhecemos nossos elos consistentes com as trevas. Essa é a nossa verdadeira família espiritual. O abismo, por assim dizer, é outro lado da face moral de nossa trajetória espiritual. Reencarnamos, mas trazemos o abismo dentro de nós em forma de impulsos, tendências, sentimentos e intenções

- Aqueles frágeis corações sob o domínio dos abades dominicanos surgiram de uma proposta ferina dos dragões que, ao descobrirem, no iniciar século XX, a ação do Mais Alto trazendo para reencarnar no Brasil aquelas criaturas aprisionadas no Vale do Poder, deliberaram então oferecer carta de alforria em troca de serviços. Foi assim que milhares de cristãos falidos, aprisionados nas furnas do Vale do Poder,
Ingressaram nas frentes da catedral de Torquemada, em terras Uberabense

- Uma vez descoberto o movimento de transporte da árvore evangélica, os fragões criaram as “Missões Cristãs”. Obtendo “sucesso” durante a reencarnação regressariam com promoções e “liberdade” para fazer o que quisessem

- Foi nesse ambiente espiritual enfermiço que os pioneiros de nossa comunidade doutrinária, homens muito bem intencionados, mas ingênuos, cometeram um dos mais clamorosos equívocos pela instauração do cristianismo restaurado

- Em suas origens, a inspirada proposta de unificação adotou o velho desvio religioso de unir homens por conceitos, e não por sentimentos, unir por ideias institucionalizadas e não por valores morais. Unir casas e não fomentar relações fraternas. As relações humanas foram desprezadas, o amor pelo espiritismo em detrimento do desprezo pelo próximo

- Por não atender aos nossos objetivos neste texto, evitamos os detalhes sobre a carnificina que se tornou a catedral dos abades, na qual até fogueiras para queimar pessoas em praça pública foram reativadas, sob as ordens de Tomás. O grupo liderado por Torquemada era corresponsável pelas agruras daqueles anos no seio do movimento espírita


15 – CAPÍTULO 14 – O RESGATE DE IRMÃO FERREIRA, O CANGACEIRO DO CRISTO

- Passaram-se mais de dez anos desde que Matias fora socorrido no Hospital Esperança. O hospital tornou-se a casa protetora de nossos ideais de melhora e ascensão

- Chegamos, por vezes inúmeras, a consultar em conjunto as fichas reencarnatórias de ambos na hospital e ficavam sempre mais claros quantos laços em comum nos união, fora e dentro da matéria carnal. Quem era Inácio Ferreira e por que nosso coração estava todo voltado ao sanatório. Consegui perceber quanto também eu fazia parte do transporte da árvore evangélica para o Brasil. Agora estava mais consciente da extensão de minhas próprias necessidades e das razões que nos uniam a tantas pessoas em Uberaba e no Hospital Esperança. Minha ligação com o Vale do Poder eram mais estreitas que se podia imaginar

- Matias, depois de anos em tratamento, iniciou, pelos idos de 1955, suas primeiras atividades de labor mais independente na condução de equipes socorristas

- Apresentava, ainda, os traços psicológicos de Carlos IX, frágil e confuso. Ele pediu seu perdão legítimo ao meu coração, em razão das perseguições descabidas ao Sanatório e a mim. Tratava-me agora com o carinho de um filho disposto ao recomeço

- Por reconhecimento do quanto foi beneficiado, tornou-se um protetor de nossa casa. Devido aos vínculos afetivos, passei a perceber a presença de Eurípedes sempre acompanhado de Matias, como se fosse se serviçal incondicional

- Saímos do corpo físico e rumamos ao Hospital esperança, onde O Dr Inácio Ferreira já se encontrava
Iremos resgatar o Irmão Ferreira, o Rei do Cangaço, nos lagos de enxofre do Vale do Poder

- Ferreira vem perdendo a consciência a caminho do “ovoidismo”, na condição de um “vibrião”. “Vibrião” é o nome usado no Vale para criaturas com larga soma de culpa consciencial. Elas são larga-
das em açudes féticos, únicos locais onde conseguem uma réstia de vida, até que seja decidido como serão usados, sendo vigiados e mantidos lá por longo tempo. Habitualmente, são manipulados para ações de “vampirismo” nos planos enfermiços dos comandantes do mal, junto aos encarnados e não tendo nenhuma capacidade de reação, servem como predadores inconscientes

- O Irmão Ferreira é um Espírito cansado do mal. Chamamos esse processo de “saturação psíquica


16 - CAPÍTULO 15 - OS LAÇOS ENTRE O TEMPLO DE LUXOR E O HOSPITAL ESPERANÇA

- Nas dependências do Hospital Esperança, Cornélius aguardava Matias para uma entrevista, visando a sua reencarnação

- As mudanças sociais planejadas para o Planeta nos próximos 50 anos são decisivos para o futuro da humanidade. Os cuidadores do orbe deliberaram transformações inadiáveis. Veio do “ Templo de Luxor”
A tarefa designada a Matias

- Luxor é um dos mais importantes templos da margem oriental do Nilo, é uma das antenas transceptoras de energia e contato entre nosso planeta e os orbes de onde se originaram as raízes das raças humanas, sendo seu tutor Seraphis Bey, cuja missão é ser o orientador das religiões humanas. Os laços entre ele e Eurípedes Barsanulfo transcendem o tempo terreno

- Desde o início da construção do Hospital Esperança, sob tutela de Agostinho de Hipona, João Evangelis
ta e outros tutores, veio de Luxor o aval para erguer mais esta tenda de amor para iluminar as furnas da maldade e cooperar com a expansão do bem em nossa casa planetária

- Luxor é um posto avançado do Cristo dentre os postos de abastecimento que a humanidade conta de serviço consagrado ao bem, com funções muito específicas e bem próximas do solo terreno. São eles os vigias maiores do planeta, sem os quais talvez já não mais houvessem vida entre nós

- O nome de cada habitante da Terra está na “mesa” de Jesus. A educação religiosa deficiente talhou noções muito distantes da extensão da misericórdia Divina. Há mais interesse pelos habitantes terrenos
Nos planos superiores do que se pode imaginar, Quem se espanta com a organização da maldade nem de longe imagina o que fazer e podem os semeadores do bem

- Veio de Seraphis a autorização para erguer os Sanatórios Espíritas para tratamento do loucura, que se organizaram em pleno início do século XX no brasil, assim como ocorreu com o Hospital Espírita de Porto Alegre, o Hospital Américo Bairral, em Itapira, e diversos outros pelo país

- Luxor é a fonte energética abundante e poderosa que protege a nossa casa planetária contra o campo energético da magia negra e das forças elementais criadas pela maldade no intuito de escravizar e destru-
ir. Seraphis é o magíster do raio branco, mantenedor da saúde e da ordem, da disciplina e da pureza

- Todos os servidores ativos, nas mais diversas colônias e cidades, postos e plantéis de ação no bem encontram nesse pólo fecundante as vibrações indispensáveis ao suporte, reposição e aplicação de forças sadias e curativas

- Existem caravanas de limpeza astral que são atividades desenvolvidas por um dos departamentos do hospital que se incumbe de conduzir grupos de médiuns encarnados, em desdobramento para a limpeza dos corpos energéticos profundos

- Em Luxor, no Templo de Karnak, a engenharia sideral dos deportados construiu, ao longo de milênios, um dos mais avançados postos de magia e tecnologia na erradicação dos efeitos da doença e da prática predatória do “vampirismo sombrio”

- Quando homens na terra, em luta pela construção interior dos valores nobres ou não apresentam as expressões da melhora moral, são levados para os leitos de recuperação através de operações que transcendem os mais vastos conhecimentos da sabedoria humana :

(1) Cirurgias em corpos mentais
(2) Desobstrução de canais entre a matéria densa e o corpo mental Superior
(3) Transplante de chacras
(4) Transfusão de fluido mental mediúnico para o exercício temporário de mediunidade
(5) Limpeza e proteção do corpo mental inferior
(6) Destruição de núcleos sustentadores de ideoplastias das reencarnações anteriores
(7) Ação no mapa genético do corpo mental superior para supressão de doenças
(8) Injeção de antídotos para os sete grupos elementais de doenças da Terra

- Matias passará por uma cirurgia de integração do inconsciente e terá aplicação do Elemental fogo em seu mapa genético. A doença mental, em seu caso, vai entrar na fase de conclusão. Já será a oitava reencarnação em que a perturbação mental lhe acarreta dores sem conta. Se ele se conduzir com acerto na sua atual reencarnação com o uso correto da mediunidade, sairá com sua sanidade retomada em nível de saúde e libertação das velhas angústias que ainda o atormentam

- Para que ele tenha chances mínimas de êxito, a mediunidade lhe será conferida como medida de cautela e misericórdia, que será como um escafandro seguro para que possa fazer as necessárias incursões no mar de seu inconsciente sem perturbações de vulto

Em seu favor, serão fortalecidas as defesas de seu corpo mental superior no Elemental sadio correspondente à “chama prânica”, isto é, o “fogo astral”, com larga capacidade de eliminar automaticamente a matéria mental da angústia e da depressão, limpando todo o campo energético de bacilos, crostas de infecção e quaisquer componentes agressivos ao equilíbrio da sua ecologia energética sistêmica

- Ao longo da trajetória da maldade organizada no Mundo, os cientistas das trevas criaram elementais artificiais para a destruição do planeta. O plano era manter toda a humanidade em cativeiro fora da matéria e desonrar os planos de Cristo. Para isso foram criados grupos de desordens, ora provocados por bacilos, ora por vírus ou outra forma de contágio.

Nos últimos 3000 anos conseguiram inseminar do astral para o corpo físico as mais grotescas formas de patologia, que a rigor são classificadas, por eles, em grupos principais, sendo o câncer uma delas

- Os médiuns, especialmente aqui na Terra, em sua maioria, quanto mais ostensivos, mais indícios de terem trafegado pelo prova da loucura. Das experiências que conheço de reencarnação de corações que serviram aos “dragões”, desconheço uma que não tenha regressado como médium

- Essa limpeza energética de médiuns, por agora, é realizada em “Luxor”. Os médiuns na matéria poderão perceber nuanças da “Luxor astral”, ao passo que os demais sentirão a aura contagiante do lugar

- O benfeitor Eurípedes Barsanulfo trabalha, arduamente, para conseguir implantar aqui em nossa casa de amor, até o ano de 1970, uma réplica da câmara de limpeza dos magos de Karnak, a exemplo da réplica da “Casa do caminho” que existe na entrada do Hospital Esperança. Mais detalhes podem ser lidos na obra “Lírios da Esperança”, de Ermance Dufaux

- O Sanatório em Uberaba passou a receber vigília de Irmão Ferreira em substituição a Matias, a partir de 1960. Em 08 de Agosto de 1964, eu também deixei a matéria

- Luxor e o Hospital Esperança, até os dias de hoje, fazem parte de uma rede solidária de misericórdia e bondade que se estende pelo planeta no serviço incansável de reerguer almas para o bem de todos

- Graças a essa luz de esperança emanada de Luxor, Matias regressou ao corpo como Demétrius, o médium dos ensinos de Clarisse no Grupo Espírita Fraternidade


17 - CAPÍTULO 16 - REGRESSANDO À HISTÓRIAS DO MÉDIUM DEMÉTRIUS
E AS NOVAS ALTERNATIVAS NA MEDICINA ENERGÉTICA

- Juntamente com a fé temos de usar a inteligência para saber se a nossa fé é fanatismo ou lucidez. Existe muita fé no meio espírita que não passa de falta de juízo e acomodação em rituais

- Os irmãos aqui no GEF, entre eles o médium que nos visita, estão tendo a coragem de experimentar novos métodos, e o que têm recebido? Desprezo, ataques e perseguição. E por que? Simplesmente porque não seguem convenções

- A apometria é uma técnica séria e completamente embasada nos preceitos de nosso Mestre Jesus

- Se o médium em tarefas comuns de socorro aos desencarnados passa por alterações significativas no se psiquismo, nem queira saber das transformações operadas em nível de submundo astral. Não fossem as
aparelhagens e técnicas desenvolvidas pelos amigos espirituais que nos assessoram, não teríamos a menor chance de sanidade na prestação de socorro a tais entidades. A apometria nos oferece fundamentos e leis
bastante elásticos para uso de mecanismos de proteção contra a magia e os implantes que, a cada dia, se
diversificam

- Implantes são pequenos aparelhos da biotecnologia das trevas cujo propósito é adoecer e maltratar nosso corpos físico e os corpos energéticos

- Os “Dragões” continuam reencarnando em levas maiores até do que há 50 anos e com traços mais específicos. A realidade mudou bastante em relação ao tempo da história contada a vocês por dona Modesta. Muitos espíritos têm regressado ao corpo físico com enorme sentimento de inutilidade e tristeza
São quase sempre resquícios da dolorosa angústia que viveram nos dramas da erraticidade, trazendo em comum, depois de algum ajustamento mental, dificuldade de conviver em grupo e acentuado personalis-
mo devido à agressividade das hipnoses dirigidas ao ego, alimentando um profundo sentimento de inutili-
dade e desprezo social

- Alguns traços adquiridos na vida mental nos submundos astrais nos interessam para o exame dessa hora. São eles:
(1) A morte psicológica pelo remorso geratriz de auto obsessão
(2) O processo de hipnose exploradora por meio da expansão do inconsciente primitivo (regressão a
estágios primários da evolução
(3)O monoideísmo ou cristalização
(4) A insônia induzida pelos processos de fragilização da lucidez
(5) Os pavores da vampirização pela sucção de energia vital
(6) As sevícias do prazer
(7) A perda da noção do tempo
(8) O traumatismo decorrente da convivência inóspita e antissocial

- No corpo físico, tais desajustes ganham expressões enfermiças, como :
(1) Neuroses e psicoses
(2) Desvalorização pessoal
(3) Ostracismo
(4) Alucinações
(5) Estado de apatia
(6) Pesadelos noturnos
(7) Negação do corpo
(8) Inadequação social
(9) Sons terrificantes na acústica da memória
(10) Odores desagradáveis e inexplicáveis
(11) Asfixia da angústia
(12) Fantasias de vingança
(13) Sono de fuga
(14) Bloqueio sinestésico
(15) Estado contínuo de desassossego
(16) Poliqueixosos que tombam na hipocondria e, em alguns casos, a suinismo
(17) A dificuldade com o prazer sexual e outros efeitos

- Milhões de almas saindo desse quadro de dores da erraticidade trazem cenários novos para a medicina sanitária do mundo. Um novo espectro de doenças convoca a ingentes desafios de pesquisa. Micro-organismos alojados no psiquismo ganham expressões de vida quando em contato com a matéria por meio de metamorfoses múltiplas, criando vírus, bacilos e bactérias ainda não catalogadas pela ciência atual

- A doença mental trazem quadros de doenças variadas, que desafiam a psiquiatria do mundo, porque ,
Devido ao seu poder mental, necessariamente não entram em dissociação ou fragmentação mental que poderia leva-los aos quadros conhecidos da esquizofrenia e das psicoses diversas. São portadores de doenças mentais que poderíamos classificar como “loucura controlada”. Por isso, quase sempre são médiuns, a fim de que tenham uma mobilidade maior no trânsito do inconsciente para o superconsciente, e vice-versa. Entretanto o uso desordenado dessa concessão pode levá-los à total perda de controle da vida mental, encerrando-os nas provas da perturbação da conduta

- Demétrius tornou-se receptivo ao “escudo psíquico”, uma armadura em forma de fino anel desenvolvida em planos superiores e colocada em volta do centro coronário, no períspirito, que lhe garante maior poder de resistência às forças sombrias que procuram envolvê-lo

- Nosso medianeiro tem o “escudo psíquico” formado, adquirido fruto de suas refregas, que lhe permite a condição da armadura de Deus. Isso o isenta de tornar o fenômeno mediúnico apenas um pasto de alívio de dores, mas elevá-lo à condição de canal de educação e libertação de almas. Costumamos chamar esse aporte de “ limpeza de área astral” ou ainda , “imunidade psíquica conferida”

- A imunidade natural dos campos psíquicos dos médiuns se conquista por quatro fatores :
(1) Persistência no autoconhecimento (domínio sobre si mesmo)
(2) Desapego da imagem personalista ( filtragem mediúnica fluente)
(3) Desenvolvimento de valores morais nobres (Facilitaçâo da sintonia elevada)
(4) Vivência mental apurada (resistência e força mental)

- A obsessão coletiva se instala onde houver com mais facilidade onde não haja clima para reavaliar idéias e coragem para romper com tradições. Em outras palavras, onde o preconceito estaciona existe um campo para a desarmonia obsessiva

- Preconceito é o apego apaixonado a convicções pessoais. É a zona de conforto adotada pela mente para transitar com relativa segurança, pois o que sai desse limite é ameaçador, impuro, descartável

- O preconceito enrijece a inteligência e sufoca os sentimentos, adornando-se com formalismos que nada mais são que a projeção daquilo que alimenta. A rigidez intelectual quase sempre esconde uma frustração emotiva. Por detrás dos preconceitos, habitualmente, se asilam as mais enfermiças doenças emocionais

- A ideia das falanges do mal não é acabar com os Centros Espíritas, mas afoga-los na mordacidade e na acomodação doentia. Por isso, a ideia atual de unidade na comunidade espírita, pautada em ideias, e não em sentimentos, é um erro grave que tem conduzido milhares de agremiações espíritas a destinos perigosos

- Jamais falta amparo, mesmo para os grupos mais rigorosos, entretanto, grupos assim nem sempre se fazem alvo das concessões que poderiam lograr, caso, caso mantivessem postura diversa

8 comentários:

  1. Maizaaa Seu Francisco grande trabalho de vcs mesmo,maravilhoso...Que os mentores de luz de sempre a assistência necessária ao grupo!

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  2. Está muito difícil adquirir este livro, ele está esgotado em todos os lugares.
    Seu trabalho foi riquíssimo para muitas pessoas Francisco, muito obrigada e que Deus e os benfeitores espirituais retribuam este gesto de compartilhar.

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    1. Olá Débora! acho que neste site o livro está disponível caso ainda não tenha conseguido:
      www.lojanovosrumos.com.br

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    2. Caro amigo Luiz felipe. Um forte abraço de um dos membros do Grupo Espírita laços de afeto. Fico satisfeito que tenhas entrato no nosso Blog. Temos um grupo de estudo e em breve teremos um Centro Espírita. Qualquer dúvida que tu tenhas, bem como a Débora, que correpondeu contigo,eu estarei a disoposição no meu Email:fhmello9@yahoo.com.br. Um forte abraço.Francisco

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  3. Esse livro deveria ser lido por todos os espíritas, pois mostra de onde vimos, terminando, assim, orgulho, arrogância, melindres, etc. que ocorrem em centros espíritas. Faz-nos ver quão pequeninos ainda somos e que não somos donos de verdade alguma. A minha curiosidade no livro é: quem foi o "irmão H".

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  4. http://bvespirita.com/Os%20Dragoes%20-%20O%20Diamante%20no%20Lodo%20nao%20Deixa%20de%20Ser%20Diamante%20(psicografia%20Wanderley%20Oliveira%20-%20espirito%20Maria%20Modesto%20Cravo).pdf

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