terça-feira, 22 de maio de 2012

DEPRESSÃO

DEPRESSÃO - SEGUNDO A ABORDAGEM ESPÍRITA


1 - EMOÇÕES
(Extraido do livro :”As dores da alma”, de Francisco do Espírito Santo Neto, pelo espírito Hammed)

- O hábito de rejeitarmos, frequentemente, as energias emocionais, fará com que percamos a capacidade de sentir corretamente, e, sem a interpretação dos sentimentos, não poderemos promover a reparação de nossas faltas

- Para reparar as faltas, é preciso estarmos predispostos a dizer o que pensamos e a escolher com independência. Para repará-las, é necessário termos a liberdade de sentir o que sentimos e de viver segundo nossas próprias emoções

- Não devemos nos censurar por senti-las, mas sim julgar a decisão do que faremos com elas

- Não estamos sugerindo que as emoções devam controlar nossos comportamentos, ao contrário, acreditamos que, se não permitirmos senti-las, não saberemos como tê-las sob nosso controle, pois o resultado da repressão de nossas reações emocionais será uma progressiva tendência a estados depressivos

- Funciona desse modo uma das possíveis trajetórias da depressão : “diante de um sentimento de dor, fatalmente experimentamos emoções, ou seja, “reações energéticas” provenientes dos instintos naturais”

- São denominadas “emoções básicas”, conhecidas comumente como medo e raiva. Essas reações “energéticas” nascem como impulso de defesa para nos proteger da ameaça de dor que uma agressão pode nos causar. Se a emoção for de raiva, o organismo enfrenta a fonte da dor e quando é de medo, contorna e foge do perigo

- Se essas emoções (raiva ou medo) forem julgadas moralmente como negativas, elas poderão ser transformadas em sentimento de culpa, levando-nos a uma autocondenação. Quando reprimidas, quer dizer, quando não expressadas convenientemente , nem aceitas, nós as negamos distorcendo os fatos, para não tomarmos consciência

- Podemos considerar a depressão como natural período de transição. São tempos de mudança e crescimento, épocas de tristeza que antecedem novos horizontes de amadurecimento do ser em constante processo de evolução


2 - EGOÍSMO
(Extraido do livro: “Reforma Íntima sem Martírio”, de Wandelei Soares de Oliveira, ditado por Ermance Dufaux)


- A depressão é um processo que se inicia, na maioria dos casos, antes do retorno à vida corporal quando a alma, em estado de maior liberdade dos sentidos, percebe com clareza a natureza de suas imperfeições, suas faltas e suas necessidades, que configuram um marcante sentimento de falência e desvio das Leis Naturais

- A partir dessa visão ampliada, são estabelecidos registros profundos de inferioridade e desvalor pessoal, em razão da insipiência na arte do perdão, especialmente do autoperdão

- Semelhantes depressões, portanto, são o resultado mais torturante da longa trajetória do egoísmo, porquanto o núcleo desse transtorno chama-se “desapontamento ou contrariedade”, isto é, a incapacidade de viver e conviver com a frustração de não poder ser como se quer e ter que aceitar a vida como ela é, e não como se gostaria que fosse

- O egoísmo é o hábito de ter nossos caprichos atendidos, ao passo que a contrariedade é o preço que pagamos pelo esbanjamento do interesse individualista em milênios a fora, mas que nos fará refletir na necessidade de mudança em busca de uma postura ajustada com as Leis Naturais da Vida

- O renascimento corporal é programado para que a criatura encontre nas ocorrências da existência os ingredientes precisos à sua transformação. Brota então, espontaneamente, o desajuste, em forma de insatisfação crônica com a vida, funcionando como canal de expulsão de culpas armazenadas no tempo, controladas com a força de mecanismos mentais defensivos ainda desconhecidos da ciência humana e eclodindo sem possibilidade de contenção. Um “expurgo psíquico” em doses suportáveis

- Os sintomas, a partir de então, são muito conhecidos da medicina humana : insônia, tristeza persistente, ideias de auto-extermínio, vazio existencial e outros tantos. Poderíamos asseverar que almas comprometidas com esse quadro psicológico já renascem com um “ego frágil”, suscetível a uma baixa tolerância com as suas falhas e estilo de vida, uma dolorosa incapacidade de se aceitar, menos ainda de se amar

- A rebeldia, no entanto, que é a forma revoltante de reagir perante os convites renovadores, pode agravar ainda mais a prova íntima. Nesse caso, o homem soçobra em dores emocionais acerbas que o martirizam no clímax da dor resgate. Medo, revolta, suscetibilidade, impotência diante dos desafios são algumas das expressões afetivas que podem alcançar a morbidez, quando sustentadas pela teimosia em não aceitar os alvitres das circunstâncias que lhe contrariam os sonhos e fantasias de realização e gozo, formando-se, assim, um quadro de insatisfação crônica com a vida

- Esse é o mais infeliz efeito do nosso egoísmo, o qual age contra nós próprios ao decidirmos abandonar a suposta supremacia e grandeza que pensávamos possuir, em nossas ilusões milenares de orgulho

- Chamamos, em nosso Plano, a depressão de “silenciosa expiação reparadora”, pois acostumados a impor nossos desejos e a imprimir a marca do individualismo, somos agora chamados pela dor reeducatica. Somos “contrariados” pela vida para que eduquemos nossas potencialidades

- O orgulho é o “manto escuro” que tecemos com o fio do egoísmo, com o qual procuramos nos proteger da inferioridade que recalcitramos aceitar em nós mesmos de longa data

- Se o orgulho é um “manto”, com o qual ingenuamente acreditamos estar protegidos dos alvitres vindos de fora, concitando-nos à autenticidade, a culpa é lâmina cortante vindo de dentro, que nos retira o controle e exige um novo proceder


3 - CAUSAS DA DEPRESSÃO- 01
(Extraido do livro : “Aspectos psiquiátricos e espirituais dos transtornos emocionais, ditado pelo Espírito do Dr Inácio Ferreira)

- No espírito reencarnado, encontram-se as condições indispensáveis para a instalação do distúrbio a que faz juz, em razão do seu comportamento no transcurso das experiências carnais sucessivas

- O espírito é sempre o semeador espontâneo que volve pelo mesmo caminho, a fim de proceder à colheita das atividades desenvolvidas através do tempo

- Ao reencarnar-se o espírito, o seu períspirito imprime no futuro programa genético do ser os requisitos depurativos que lhes são indispensáveis ao crescimento interior e à reparação dos gravames praticados. Os genes registram o desconserto vibratório produzido pelas ações incorretas no futuro reencarnante, passando a constituir-se um campo no qual se apresentarão os distúrbios do futuro quimismo cerebral

- Não apenas se fará imprescindível o acompanhamento do terapeuta especializado, mas também a psicoterapia da renovação moral e espiritual por meio da mudança de comportamento e da compreensão dos deveres que devem ser aceitos e praticados

- Nesse processo, no qual o indivíduo é responsável direto pelo distúrbio psicológico, em face dos erros cometidos, das perdas e do luto que permanecem no inconsciente, e agora ressumam, o distúrbio faz-se inevitável, exceto se, adotando nova conduta, adquira recursos positivos que eliminam o componente cármico que lhe dorme interiormente

- Não podemos olvidar aqueles outros espíritos que foram vitimados pelo infrator, que agora retorna ao palco terrestre, a fim de crescer interiormente. O cérebro do hospedeiro, bombardeado pelas ondas mentais sucessivas do hóspede em desalinho, recebe as partículas mentais, que podem ser consideradas como verdadeiros elétrons com alto poder desorganizador das conexões neuroniais, afetando-lhe os neurotransmissores, como a serotonina, a noradrenalina, a dopamina e outros

- Instalado o “plugue” na tomada perispiritual, o intercâmbio doentio prosseguirá atingindo o paciente até o momento em que seja atendido por psicoterapia especial, qual seja a bioenergética, por intermédio dos passes, da água fluidificada, da oração, das vibrações favoráveis a sua restauração


04 - CAUSAS DA DEPRESSÃO - 02
(Extraido do livro : “Aspectos psiquiátricos e espirituais nos transtornos emocionais”, de Divaldo Franco, ditado pelo espírito Joanna de Ângelis)


- Na raiz psicológica do transtorno depressivo ou de comportamento afetivo, encontra-se uma insatisfação do ser em relação a si mesmo, que não foi solucionada, predominando um conflito resultante da frustração de desejos não realizados, nos quais impulsos agressivos se rebelam ferindo as estruturas do ego que imerge em surda revolta, silenciando os anseios e ignorando a realidade

- Os anseios e prazeres não atendidos, convertem-se em melancolia que se expressa em forma de desinteresse pela vida e pelos seus valores contributos, experenciando gozos masoquistas, a que se permite em fuga espetacular do mundo, que considera hostil, por lhe não haver atendido as exigências

- Quando renasce o SELF assinalado pelas heranças pregressas, no momento em que se dá a fecundação, por intermédio do períspirito, imprimem-se, nas primeiras células, os fatores necessários à evolução do ser, que, oportunamente, se manifestarão, no caso de culpa e mágoa, de desrespeito por si mesmo, de autocínio e outro desmandos, em forma de depressão. A hereditariedade, portanto, jamais descartada, é resultado do processo de evolução que conduz o infrator ao clima e à paisagem onde é convidado a reparar, a conviver consigo mesmo, a recuperar-se


05 - CAUSA DA DEPRESSÃO - 03
(Extraido do livro : “Depressão : causas, consequências e Tratamento”, de Isaias Claro)


5.1 - O PRÓPRIO DEPRESSIVO

- Este ou aquele fator, podendo ser externos e orgânicos, concorrerá mais ou menos, dependendo do estado de espírito em que se encontra a criatura

- É o próprio depressivo ou espírito o primeiro fator decisivo para que ele venha ou não a cair em depressão. Assim, observa-se que a condição íntima do espírito, em princípio, é que determinará se isto ou aquilo o arrastará ao estado de tristeza

- Joanna de Ângelis responde a esta indagação : “Expressiva maioria de indivíduos somente acalenta ideias negativas, lucruba pessimismo, agasalha mal-estares e, por isso, enfraquecem-se-lhe as resistências morais, debilitam-se-lhe os valores espirituais e alimenta-se da própria insânia

- Incontestavelmente, a depressão tem a sua matriz ou gênese no espírito. Quando irrompe a depressão, exteriorizando-se, dominadora, suas raízes estão fixadas nos painéis da alma rebelde ou receosa de prosseguir nos compromissos redentores abraçados

5.2 - IMATURADADE PSICOLÓGICA

- Podemos dizer, consoante uma das classificações da ciência psicológica, que a maioria da humanidade é composta por criaturas que estagiam, por enquanto, na chamada consciência do sono. São no dizer de Joanna de Ângelis, os homens fisiológicos, vivendo exclusivamente para o atendimento das necessidades orgânicas

- São, segundo outra definição, criaturas subdiafragmáticas, ou seja, criaturas que objetivam tão somente o atendimento das necessidades do estômago e do sexo. A humanidade é compostas de seres imediatistas e ou utilitaristas

- Sendo imatura psicologicamente, a criatura torna-se-á egoísta e, sendo assim, tornar-se-á pessoa exigente, ingrata e rebelde, sobretudo quando contrariada em suas paixões infantis

- O imaturo psicológico é alguém que apresenta grande preocupação com a máscara da virtude, ocultando, pela aparência envernizada, a realidade íntima. Sem resistência morais para enfrentar as vicissitudes naturais do processo evolutivo, tais pessoas deixam-se consumir pela revolta ou sucumbem sob o peso da depressão e da amargura

5.3 - COMPORTAMENTO MATERIALISTA

- Encontramos no Mundo uma cultura materialista, que prima pela massificação, levando a criatura a ficar com sua identidade desnaturada

- Massificação e com sua identidade desnaturada, viverá assim o homem :

(1 ) Sem objetivo nobre
(2) Aferrado a metas imediata
(3) Preocupado com as necessidades comum
(4) Acomodado aos padrões absorventes do cotidiano
5) Sem encontrar solução para os estados conflitivos da personalidade, tornando-se um homem

- O homem-vazio não consegue amar, pois adaptou-se a ser amado ou disputado, sem preocupação de retribuir. Tal conduta leva-los à depressão ou a estados lamentáveis de irritabilidade, de mau humor, que os tornam rudes, insuportáveis na intimidade, embora considerados sociáveis e educados


5.4 - SENTIMENTO DE PERDA

- À luz da reencarnação, pode-se imaginar quantas perdas os nossos espíritos não vêm experimentando acumulando ao longo dos milênios
- Quantos não são os espíritos que sentem profunda saudade ou melancolia por ter deixado à distância no Mundo Espiritual, afetos muitos queridos, constrangidos pela necessidade à reencarnação

- Em parte, a depressão pelo sentimento de perda, decorre do apego cujas causas são as seguintes :
(1) Sentimento de posse
(2) Dependência, que leva alguém a ter necessidade dos outros, das coisas
(3) interesse material
(4) Apego ao corpo, devido a negação da imortalidade da alma
(5) Das vinculações espirituais e afetivas que a pessoa desenvolveu em outras vidas
(6) Do egoísmo e do orgulho

- Os egoístas colocam a felicidade no que possuem ou detém e, diante da perda ou da simples possibilidade de perder o objeto amado, são arrastados à desesperação

- A posse e o apego, portanto, geram um elo de escravidão, porque a pessoa termina possuída por aquilo que julga possuir

5.5 - RESSENTIMENTO
- O ressentimento é uma das causas mais frequentes da depressão, pois a humanidade, em sua grande maioria, é constituída de pessoas que, sentindo-se ofendidas, não perdoam jamais, ou pessoas que, ofendidas, conseguem perdoar, ainda que com grande dificuldade

- Afirma o espírito Emmanuel que o perdão sincero é filho espontâneo do amor, por isso a dificuldade de perdoar, pois quem ainda não ama, como irá perdoar

- Considerando a característica do ressentido de realimentar a raiva, ou seja, a pessoa sentirá mil vezes a mesma dor, a mesma mágoa. E, neste milsentir, inclui-se, não raras vezes, as muitas mágoas e ódios acumulados desde outras encarnações

5.6 - SENTIMENTO DE CULPA

- As Leis Morais, necessárias para o espírito, estão insculpida na consciência

- O espírito Vinícius, através de uma mensagem psicografada, compara a nossa consciência a um espelho. Diz ele que, assim como o espelho reflete o nosso exterior, a consciência reflete o nosso interior. Vemos através dela a imagem perfeita de nossa alma, como no espelho a imagem real do nosso rosto. A consciência nos revela o espírito, o caráter, os sentimentos mais íntimos, ao passo que o espelho dá conta de nossa fisionomia, de nosso semblante

- Enquanto ignorante, o ser agirá mais ou menos arrastado por impulsos primários, enquanto no erro a oportunidade de aquisição de conhecimento, de experiência, de discernimento, de lucidez. E, mesmo quando adquire um certo conhecimento, enquanto permanecer moralmente débil. O ser poderá persistir no erro, quando, então, através da dor superlativa que advirá da conduta equivocada, desenvolverá ampla experiência. Através das dores que se seguirão aos erros sucessivos, fixará o aprendizado para sempre

- A criatura que erra vê-se arrastada por vários estados emocionais e espirituais negativos. Pode ela tornar-se apática, angustiada, apresentando a ferida profunda do engano, ulcerações dolorosas na alma, desenvolvendo, muitas vezes, a autocomiseração, a piedade de si mesma. Por desinformação ou fraqueza, porém, prefere a autofragelação estéril no remorso inútil

- A educação religiosa equivocada do passado ensinou a pessoa a ser excessivamente rigorosa consigo mesma. E, enquanto a consciência for excessivamente severa no julgamento de si mesma fará um esforço por achar-se indigna dela

5.7 - OBSESSÃO

- Em nossas tarefas espíritas temos atendidos, igualmente, muitos casos de obsessão, redundando em depressão, envolvendo afetos, ligações espirituais decorrentes de sentimentos originariamente bons

- Estou me referindo a esses muitos casos de depressão que sofre consequências da influência perniciosa e prolongada de parentes ou amigos que, embora desencarnados, prosseguem afinizados e sintonizados com aqueles que permaneceram na crosta, quando não, os encarnados, melancólicos pela partida do ente querido pela desencarnação, alcançando-nos com seus estados deprimentes, aflingindo-os grandemente

- A saudade, sentimento compreensível ante perdas importantes, se não atendidas corretamente ou mantida sob certos limites, termina por estabelecer um elo de ligação profunda, culminando por obsidiar o ente cuja lembrança está cultuada de maneira enfermiça

- Desencarnado em condição lamentável, o espirito, ainda ignorante e por consequência mau, compraz-se em inquietar, inspirar desespero, conduzir a estados afligentes, em um intercâmbio psíquico constante

- O encarnado, muitas vezes abalado por problemas, ou fragilizado por imperfeições morais, faculta a sintonia com espíritos perturbadores e ou vingativos, que se homiziam nos campos psíquicos arrastando-o a estados deprimentes

- O encarnado, por invigilância ou imaturidade, através dos pensamentos mórbidos, vitaliza o agente perturbador, esquecido de que há mentes maldosas interessadas no seu fracasso e que quanto mais deprimir-se, mais forte se fará o cerco

- Também obsessão poderá dar-se por vingança ou desforço pessoal, quando o obsessor pretende “fazer justiça com as próprias mãos”


6 - CAUSAS ESPIRITUAIS DA DEPRESSÃO (Extraido do livro “depressão, doença da alma”,do Dr Francisco Cajazeiras)

- O períspirito é dotado de plasticidade responsiva à ação do pensamento e da vontade

6.1 - HERANÇA : BIOLÓGICA X ESPIRITUAL

- Enquanto encarnado, as atitudes e os comportamentos inadequados desenvolvidos pelo espírito repercutem em seu corpo espiritual, produzindo modificações dos seus padrões vibratórios e uma deformação tecidual (alterações de estrutura corporal), em decorrência de uma doença que se instala

- De acordo com a saúde perispiritual ou sua disfuncionalidade vibratória, se estabelece uma identificação com os genes compatíveis com suas necessidades evolutiva , formando um novo corpo

- A predisposição patológica à depressão, assim como qualquer outra predisposição patológica, nem sempre precisa ser manifestada na existência do espirito encarnado, podendo permanecer latente durante toda a vida. A doença, então, torna-se clínica na dependência de como reage o indivíduo às mais diferentes e específicas experiências patrocinadas pela vida no Mundo material

- A herança biológica nada mais é do que a simples consequência da herança espiritual, haja vista que o períspirito se modifica às expensas do espírito que o organiza e mantém. Cada individualidade é herdeira de si próprio



6.2 - FATORES ENDÓGENOS (ANÍMICOS)

- As causas espirituais propriamente ditas são as que dizem respeito às imperfeições ou distorções morais da própria individualidade, por isso mesmo, podem ser ditas anímicas

- Essas dificuldades anímicas exteriorizam-se, na prática, a partir de uma agressão formal, intensa e repetitiva às Leis Naturais, resultando, a partir da compulsória reação de causa e efeito, em distúrbio doloroso, clamando atitude e mudança comportamental na busca de solução

- Didaticamente, podemos dividir os fatores anímicos em :

(1) Imaturidade anímica

- Nos casos de doença depressiva, a imaturidade psicológica do paciente, que, sabemos, tem bases fincadas não apenas na educação e nas experiências da reencarnação atual, mas, sobretudo, espelha a sua história evolutiva, encontra-se no âmago dessa causalidade

(2) Sentimentos negativos

- São sentimentos relacionados com o eclodir da doença depressiva, na condição de elementos desencadeantes ou agravantes

*Orgulho : é a doença do EGO que elege-se destaque, enquanto reclama privilégios

*ódio, mágoa, ressentimentos e desejos de vingança : Têm ação lesiva sobre os tecidos perispirituais, culminando na eclosão ou no agravamento de enfermidades comumente relacionadas com a patologia depressiva

*Ciúme e inveja : São o resultado da preocupação excessiva do indivíduo com a possibilidade de ser preterido

*Sentimento de culpa : A culpa representa engrenagem no mecanismo do arrependimento e da reparação. Porém, no instante atual do desenvolvimento anímico, há uma tendência a manter-se o espirito em um estado de autorecriminação, em que não aceita a possiblidade de erro, especialmente em função do egoísmo e do orgulho, que não admite a possibilidade do erro, apesar de sua constatação

*Ganância e ambição desmedida

(3) Comportamentos equivocados

- A busca pelo prazer desmedido resulta no desenvolvimento de hábitos e viciações nocivos. Não que o prazer, em si, deva ser evitado e entendido como uma transgressão à Lei Divina

- A preocupação compulsiva e a priorização dos prazeres materiais, por deslocar o foco das necessidades evolutivas e fisiológicas dos fins para os meios, costumam desaguar naquele mesmo vazio existencial como consequência da banalização e amesquinhamento dos propósitos de vida

- Constituem os comportamentos equivocados mais destacáveis, na condição de fatores agravantes ou determinantes , nos surtos depressivos





(4) Descompromisso e invigilância

- A negação da própria essência Espiritual ou o seu descaso e atenções para as coisas do mundo, produzem um não-comprometimento com os valores de maior relevância da vida, assim como a atitude de invigilância, que terminam por causar distúrbios íntimos expressos na forma de enfermidades
(5) Distanciamento da missão

- A experiência reencarnatória oportuniza-nos a participação nos fenômenos mesológicos, ecológicos, biológicos e psicosociais, contribuindo com a nossa força de trabalho na construção de uma sociedade cada vez mais capaz de oferecer as melhores condições de vida digna e fecunda, enfrentando a sua parte na obra da criação

- Ao assumir, no entanto, o mandato corporal, o espirito em larga frequ~encia, se fixa nas tendências auto-herdadas e distancia-se de suas responsabilidades missionárias, como da inspiração dos Espíritos Protetores

- Esse distanciamento da missão, por sua acomodação nas coisas mundanas que lhe são prazeirosas, e por sua incapacidade e fraqueza de se deixar empolgar por aqueles impulsos íntimos, pode desencadear estados depressivos naqueles que já trazem consigo dificuldades e predisposições nesse campo


6.3 - FATORES EXÓGENOS

- A sabedoria Divina determina-nos a convivência, através da Lei de Sociedade, fazendo-nos seres gregários. As nossas relações, porém, não se dão unicamente através da interação visível, pois estamos mergulhados em um mar fluídico manipulável, consciente ou não, voluntário ou não, pelo pensamento e o sentimento

- É por isso mesmo que nos influenciamos reciprocamente, encarnados e desencarnados, criando uma atmosfera psíquica, responsabilizando-nos pelas companhias que engendramos

- São fatores exógenos : a contaminação fluídica, o assédio espiritual, o vampirismo e a obsessão espiritual

6.3.1 - Contaminação Fluídica

- A convivência próxima e demorada com pacientes depressivos em estado pode resultar em surto da doença em algumas pessoas, notadamente da mesma família

6.3.2 - Assédio Espiritual

- Nos encontros com os desencarnados, vezes há em que espíritos imperfeitos iniciam perseguição com intento de nos agredir e nos prejudicar, arquitetando vinculações desfavoráveis e envolvendo-nos com o seu pensamento, as suas emoções e a sua ação fluídica nocivos. A esse tipo de influência negativa fugaz designaremos assédio Espiritual

- No caso de espíritos detentores de distúrbios afetivos ou que tenham manipulado dolosamente pensamentos e vibrações de pessimismo, de tristeza e de desestímulo, em pessoa com predisposição à doença depressiva, pode eclodir o problema, ainda que o espírito perseguidor se tenha afastado



6.3.3 - Vampirismo

- A fixação mental, os hábitos terrenos e notadamente as viciações costumam reter o espírito em um sistema de necessidade fictícias que o impedem de assumir a sua condição de espírito desencarnado e, assim, ele busca a manutenção dessas vivências sensoriais

- Nessa busca, aproxima-se, por afinidade, de pessoas que possam usar como intermediário na consecução dos seus propósitos e necessidades, mantendo com elas relações mentais e perispirituais profundas e complexas

- Ao fenômeno de espoliação parasitária imposto por um desencarnado a um desencarnado, passou-se a designar, no meio espírita, de vampirismo. Nesse caso, o espirito explora a afinidade e a pouca capacidade de resistência do parasitado, utilizando-se, indiretamente, das energias das emoções e das sensações materializadas, passando a usá-la como se lhe pertence-se

- Dessa forma, pacientes deprimidos que desencarnaram por esse ou aquele motivo, notadamente através do suicídio, costumam manter-se enfermados e se insinuam, no mais das vezes, de maneira involuntária e inconsciente, na direção de familiares ou amigos, absorvendo-lhes as energias, vampirizando-os e envolvendo-os na dimensão do distúrbio afetivo que lhe perturba e caracteriza. Esse envolvimento tende a repercutir negativamente sobre o estado de ânimo do encarnado e a determinar-lhe quadro típico de um surto depressivo

6.3.4 - Obsessão

- As obsessões apresentam-se como o resultado de relações intensamente conflitadas entre duas ou mais individualidades vinculadas por experiências negativas e dolorosas emoções

- Há quadros clínicos de depressão, cuja causa é extrínseca, resultante de um envolvimento obsessivo espiritual

- O modus operandi do envolvimento obsessivo apresenta linhas gerais. Que podem ser assim sintetizadas :

(1) Aproximação e envolvimento fluídico

- Aproveitando-se de um momento de invigilância mental e espiritual da sua vítima, o espírito perseguidor aproxima-se de seu desafeto e o envolve com o seu pensamento

(2) Interação perispiritual

- Após ser consumada a primeira etapa, o obsessor trata de relacionar mais profundamente a sua organização perispiritual com a do encarnado, em contato mediúnico (mediunidade patológica), que lhe permite maior intimidade e maior influenciação do ponto de vista neuroendócrino e mental

(3) Interação Espiritual

- O obsessor parte para a modulação do pensamento, dos sentimentos e das sensações do paciente, o que, em geral, culmina em conflito íntimo, instabilidade emocional e esforço por negação e neutralização


(4) Afloramento de vivências negativas no inconsciente

- Detendo o poder cada vez mais consistente sobre a mente do obsedado, o perseguidor, que conhece o passado reencarnatório da sua vítima, induz à superficialização de material do seu inconsciente para o consciente, resultando em grande confusão, que pode se exteriorizar como quadro de ilusão ou alucinação, aprofundando o estado de perturbação e desequilíbrio




7 - ESTUFAS PSÍQUICAS DA DEPRESSÃO (Extraido do livro “Escutando sentimentos”, de Ermance Dufaux, psicografado por Wanderlei Soares de Oliveira)

- Depressão é uma intimação das Leis da Vida convocando a alma a mudanças inadiáveis. É a “doença prisâo”, que cassa a liberdade da criatura rebelde, viciada em ter seus caprichos atendidos. Vício sedimentado em milênios de orgulho e rebeldia por não aceitar as frustrações do ato de viver

- Em tese, a depressão é a reação que não aceitou sua realidade pessoa como ela é, estabelecendo um desajuste interior que a incapacita para viver plenamente

- Desde as crises ocasionais da depressão até os quadros mais severos da psicose, encontramos, no cerne da enfermidade, o espírito, recusando os alvitres da vida, através das reações demonstrando sua insatisfação em concordar com a Vontade Divina acerca de seus designos

- Seu traço predominante é a diminuição ou ausência de prazer em quaisquer níveis que se manifeste, sendo conceituada como o sofrimento moral capaz de reduzir ou retirar a alegria de viver

- Sob enfoque espiritual, estar deprimido é um estado de insatisfação crônica, não necessariamente incapacitante. Alguns exemplos para ilustrar nosso enfoque de depressão à luz do espirito imortal em condutas rotineiras :

(1) O desânimo no cumprimento do dever... (2) A insegurança obsessiva... (3) A ansiedade inexplicável...(4) A solidão em grupo...(5) A impotência perante o convite das escolhas...(6) A angústia da melhora...(7) A aterrorizante sensação de abandono...(8) Sentir-se inútil...(9) Baixa tolerância às frustrações...(10) O desencanto com os amigos...(11) Medo da vulnerabilidade... (12) A descrença no ato de viver...(13) O hábito sistemático da queixa improdutiva...(14) A revolta com normas coletivas para o bem de todos...(15) A indisposição de conviver com os diferentes...(16) A relação de insatisfação com o corpo... (17) O apego aos fatos passados...(18) O sentimento de menos valia perante o mundo...(19) O descaso com os conflitos, a negação dos sentimentos...(20) A inveja do sucesso alheio...(21) A desistência de ser feliz...(22) A decisão de não perdoar...(23) A inconformidade perante as perdas...(24)Fixação obstinada nos pontos de vista...(25) Desamor aos que nos prejudicam...(26) O cultivo do personalismo - a exacerbada importância pessoal...(27) O gerenciamento ineficaz da culpa...(28) As aflições-Fantasmas como futuro...(29)O tormento de ser rejeitado...(30) As agruras perante as críticas...(31) Rigidez nas atitudes e nos objetivos...(32) Conduta perfeccionista...(33) Sinergia com o pessimismo...(34)Impulso para desistir dos compromissos...(35) Pulsão para controlar a vida ...(36) Irritabilidade sem causas conhecidas

- A solução vem da própria mente. A terapêutica está no imo da criatura : aprender a ouvir os ditames da consciência. Eis o que pouco sabem fazer quando se encontram sob a sanção da depressão

- A ausência de contato com o amor - Lei Universal de vida e saúde integral, responde pelos reflexos da “morte interior”

- A ingestão dessa medicação amarga será uma batalha sem tréguas, porque aderir aos ditames consciencias significa, antes de tudo, deixar de desejar o que se quer para fazer o que se deve. Nessa escola de novas aprendizagens, a alma fará cursos intensivos de novos costumes e emoções através do aprendizado de olhar para si

- Depressão é a condição mental da alma, que começa a resgatar o encontro com a verdade sobre si mesma, depois de milênios nos labirintos da ilusão

8- DEPRESSÃO E ÉTICA (Extraido do livro : “ Depressão : Abordagem médico-espírita”, tendo como autores médicos da Associação Médico-Espírita de Minas Gerais”

- A Lei de responsabilidade pessoal explica os acontecimentos que se sucedem na vida de uma pessoa
- As enfermidades mentais, fruto quase sempre às inadequações das vidas anteriores, pela não observância da ética, não necessariamente da moral vigente

- O sofrimento do deprimido é inominável e a culpa está quase sempre presente em sua psicopatologia e a ideia de autocínio transita em sua mente


9 - OS CENTROS DE FORÇA (Extraido do livro : “Depressão : Abordagem Médico-Espírita”. Tendo como autores médicos da associação médico-Espírita”, de MG

- Na verdade, a depressão tem sua origem na rebeldia e na falta de verdadeira ligação com o Criador, através de todas as suas Leis

- À medida que o deprimido não aceita a autoridade do Pai, o qual lhe impõe regras e limites, afasta-se de todos esses princípios, ficando à mercê de si próprio

- A depressão, se originando na rebeldia contra a autoridade Divina, mais do que colorir as manifestações da criatura, contaminando a energia do ser, num processo de desenergização em todos os sentidos

- Quanto a participação química, o deprimido traria um estígma. Essa energia, anteriormente presente em sua vida, é tão intensa e delineada pela culpa, que as marcas bioquímicas não desaparecem de um momento para o outro

- No entanto, em toda a ação persistente do ser humano, chega um momento tal de gravidade das suas condutas, que algum mecanismo cuida de dar um basta, fazendo com que ele reflita novamente, buscando postura renovada e iluminada por atitudes de amor e caridade, frutos do seu próprio exercício


10 - A AÇÃO DA MENTE E DO PENSAMENTO NA SAÚDE E NA DOENÇA (Extraido do livro : “Depressão : Abordagem Médico-Espírita”, tendo como autores médicos da associação Médico-Espírita de Minas Gerais)

- Na realidade, aquilo a que denominamos doença é a principal forma de drenagem dos fluidos deletérios, gerados pelos pensamentos desarmoniosos do Espirito. Nesta condição, o corpo absorve tais energias, gerando as doenças, as quais têm um profundo vínculo com os pensamentos e sentimentos que as mitivaram

- A maioria da Humanidade prende-se a uma faixa de pensamentos doentios, provocando em si, e construindo em torno do orbe uma psicosfera de baixo padrão, produzindo as mais diversas epidemias, não só no que constitui as patologias, mas também no campo psíquico e social

- Poder-se-ia entender que o caminho para a doença seria :

(1) Pensamentos e atos contrários à Lei Divina, provocando concreções no corpo mental, atingindo, pelos resíduos tóxicos dos pensamentos ou pelas formas-pensamentos larvárias, o Corpo Espiritual ou Astral
(2) O períspirito comprometido atrai, no processo reencarnatório, uma estrutura genética compatível com as demarcações psíquicas do espírito
(3) Na reencarnação, o corpo físico vem demarcado com doenças congênitas ou com a probabilidade para o surgimento das diversas........
(4) Quando encarnado, atingem o Centro Coronário e Cerebral, e, por ação imunoglandular predispõem o organismo ao surgimento de moléstia, agindo de forma especial em estruturas orgânicas, previamente fragilizadas


- Existem dois mecanismos básicos para a depuração desses fluidos deletérios

(1) Um seria sob a forma de doenças, em que o corpo funcionaria como exonerador de tais energias, desde que a moléstia seja compreendida como mecanismo reparador e vivida de maneira tranquila e harmoniosa
(2) O outro seria pela regularização do padrão vibratório. Esse dependeria do merecimento individual, além do auxílio da espiritualidade, podendo ser alcançado pelas ações amorosas da criatura, através da ação superior no bem, do mecanismo da prece ou pela fluidoterapia



11 - DA LEI DIVINA OU NATURAL ( Extraido do livro : “Leis morais e saúde mental”, tendo como autor o psiquiatra Sergio Lopes)

- O orgulho e o egoísmo são os principais geradores de culpa na caminhada do espírito

- Quando um espírito se dá conta que falhou gravemente, o que acontece normalmente é ele assumir uma consciência de culpa e esse estado mental gera os desequilíbrios que irá padecer nas sucessivas experiências seguintes. O ideal seria que assumisse uma consciência de responsabilidade

- Segundo o livro “Loucura e Obsessão” de Manoel Philomeno de Miranda, o autor refere-se que o esquizofrênico não tem destruída, conforme se pensava antes, a afetividade nem os sentimentos. Somente que os mesmos sofrem dificuldade para ser exteriorizados, em razão dos profundos conflitos conscienciais, que são resíduos das culpas passadas, e, porque o espírito se sente devedor, não se esforça pela recuperação ou teme-a a fim de não enfrentar os desafetos. Assim, não é raro que o paciente fuja para o autismo


12 - IDEIAS COMUNS SOBRE AS CAUSAS DA DEPRESSÃO

(1) EGOISMO (Extraido do livro “Reforma Íntima sem Martírio”, de Ermance Dufaux, psicografado por Wanderlei Soares de Oliveira)

- A depressão é um processo que se inicia, na maioria dos caos, antes do retorno à vida corporal, quando a alma, em estado de maior liberdade dos sentidos, percebe, com clareza, a natureza de suas imperfeições, suas faltas e suas necessidades, que configuram um marcante sentimento de falência e desvio das Leis Naturais

(2) CAUSAS DA DEPRESSÃO - 01 (Extraido do livro “Aspectos psiquiátricos e Espirituais nos Transtornos Emocionais, ditado pelo Dr Inácio Ferreira)

- Nesse processo, no qual o individuo é o responsável direto pelo distúrbio psicológico, em face dos erros cometidos, das perdas e do luto que permanecem no inconsciente e, agora, ressumam, o distúrbio faz-se inevitável , exceto se, adotando nova conduta, adquire recursos positivos que eliminam o componente cármico que lhe dorme interiormente

(3) CAUSAS ESPIRITUAIS DA DEPRESSÃO - 02 (Extraido do livro “Aspectos Psiquiátricos e espirituais nos Transtornos Emocionais”, ditado por Joanna de Ângelis e psicografado por Divaldo Pereira Franco)

- No momento em que se dá a fecundação, por intermédio do períspirito, imprimem-se, nas primeiras células, os fatores necessários à evolução do ser, que oportunamente se manifestarão, no caso de culpa e mágoa, de desrespeito por si mesmo, de autocídio e outros desmandos, em forma de depressão
(4) CAUSAS ESPIRITUAIS DA DEPRESSÃO - 03 ( Extraido do livro “Depressão : Causas, consequências e Tratamento”, de Isaias Claro

- Incontestavelmente, a depressão tem a sua matriz ou gênese no espírito

- Quando irrompe a depressão, exteriorizando-se, dominadora, suas raízes estão fixadas nos painéis da alma rebelde ou receosa de prosseguir nos compromissos redentores abraçados

(5) CAUSAS DA DEPRESSÃO - 04 (Extraido do livro “Depressão, doença da alma”, do psiquiatra Francisco Cajazeiras )

- A predisposição patológica à depressão, assim como qualquer outra predisposição patológica, nem sempre precisa ser manifestada na existência do espirito encarnado, podendo permanecer latente durante toda a vida. A doença, então, torna-se clínica na dependência de como reage o indivíduo às mais diferentes e específicas experiências patrocinadas pela vida no mundo material

- A herança biológica nada mais é do que a simples consequência da herança espiritual

(6) ESTUFAS PSÍQUICAS DA DEPRESSÃO ( Extraido do livro “Escutando sentimentos”, ditado por Ermance Dufaux e psicografado por Wanderlei Soares de Oliveira)

- Depressão é a condição mental da alma que começa a resgatar o encontro com a verdade sobre si mesma depois de milênios nos labirintos da ilusão

















































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